Sarau de Acolhida no Congresso Latino-americano de Gênero e Religião em São Leopoldo

O Ponto de Cultura Feminista: corpo, arte e expressão, a poeta Solange Gonçalves e o Programa de Gênero e Religião das Faculdades EST apresentam o Sarau de Acolhida do V Congresso Latino-Americano de Gênero e Religião. O sarau ocorre no dia 23 de agosto, a partir das 15h na Rua Amadeo Rossi, 467, em São Leopoldo.

O palco será aberto a participação de todas e todos e teremos textos disponíveis para quem quiser escolher ou ser escolhida pela literatura.

O congresso se estende até o dia 25 de agosto e está com uma programação super plural e interessante. As inscrições podem ser feitas no site http://eventos.est.edu.br/index.php/salao/Genero/index.

Agentes culturais populares reclamam de atrasos em recursos da Política Nacional de Cultura Viva

via Agência de Notícias da Assembleia Legislativa

19732307_709566275907858_203342036075354291_nNa área de violência da Zona Norte de Porto Alegre, no bairro Rubem Berta, recordista em assassinato de jovens, o agente cultural Jean Andrade resiste com um grupo de 60 multiplicadores do Hip Hop. Eles aguardam há dois anos os R$ 75 mil de convênio destinado ao Ponto de Cultura, organização civil reconhecida e integrante da Política Nacional de Cultura Viva, vinculada ao Ministério da Cultura (MinC) em âmbito federal e à Secretaria Estadual da Cultura. Outros 94 Pontos de Cultura habilitados no Rio Grande do Sul aguardam a liberação de R$ 9 milhões retidos pela burocracia do MinC e da cultura estadual desde 2015. O assunto, assim como a Política Estadual de Cultura Viva, foi debatido hoje (4) em audiência pública da Comissão de Assuntos Municipais, por sugestão do deputado Tarcísio Zimmermann (PT).

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Os promotores culturais populares lotaram as dependências da sala João Neves da Fontoura (Plenarinho), no 3° andar do Palácio Farroupilha, ansiosos por notícias dos recursos que, conforme convênio firmado desde 2013, garantia o repasse de R$ 180 mil, em três parcelas, às entidades com planos de trabalho cadastrados com duração de 36 meses. As 95 entidades habilitadas para o recebimento dos recursos atrasados, que nestes dois anos alcançam R$ 9 milhões, cumpriram as exigências da Lei 13.018/2014, a Lei Cultura Viva, que simplificou e desburocratizou os processos de prestação de contas e o repasse de recursos dessas organizações, mas repetidas diligências exigidas pelo Ministério da Cultura interromperam a liberação dos recursos. Continuar lendo Agentes culturais populares reclamam de atrasos em recursos da Política Nacional de Cultura Viva

Cinema pra resistir e transformar

Em tempo de Mulher Maravilha, é sempre bom resgatar aquela listinha de bons filmes, entre muitos outros que estão por aí. Essas aqui são histórias reais, dramas políticos e lutas contra o preconceito – que mostram a importância do feminismo. Confira! Aliás, veja tudo, forme sua análise.

Histórias Cruzadas (“The Help”, em inglês)

‘Histórias Cruzadas’, de Tate Taylor | 2011: Foca nas histórias de mulheres afrodescendentes nos Estados Unidos na década de 1960, as quais tinham que abandonar suas famílias para servir a elite branca local. No filme, uma das mulheres da elite as entrevista para mostrar ao mundo suas histórias. Protagonizado por Viola Davis, Octavia Spencer, Emma Stone e Bryce Dallas Howard.

‘As Sufragistas’, de Sarah Gavron | 2015

Conta o movimento feminista do início do século XX na Inglaterra, quando as mulheres estavam lutando para conseguir seus direitos de voto e melhores condições de vida. O movimento ficou conhecido como sufragista e conquistou vários direitos femininos. Estrelado por Helena Bonham Carter, Carey Mulligan e Meryl Streep.

A Cor Púrpura (“The Color Purple”, em inglês)

‘A Cor Púrpura’, de Steven Spielberg | 1985: Relata a história de Celie, inicialmente com 14 anos, durante 40 anos de sua vida. Em sua juventude, era violentada pelo pai, chegando a dar à luz duas crianças antes de se tornar estéril. A personagem vive um drama no qual é separada dos filhos, além de ser tratada de forma ambígua – como escrava e companheira.

Ela compartilha seu sofrimento em cartas e, com tempo, se revolta com sua situação – em uma época em que as mulheres negras eram consideradas cidadãs de segunda classe – e toma consciência do seu valor e das possibilidades que o mundo lhe oferece. Oprah Winfrey, Whoopi Goldberg e Danny Glover estão no elenco.

Thelma & Louise (“Thelma & Louise”, em inglês)

‘Thelma & Louise’, de Ridley Scott | 1991: Um clássico do cinema. Dirigido por Ridley Scott e escrito pela cineasta Callie Khouri, o filme mostra a história das amigas Thelma (Geena Davis) e Louise (Susan Sarandon), que deixam suas vidas antigas para trás e põem o pé na estrada, encontrando todo os tipos de sexismo possíveis ao longo de sua jornada.

‘Erin Brockovich: Uma Mulher de Talento’, de Steven Soderbergh | 2000

Dramatização da história real de Erin Brockovich (Julia Roberts), que lutou contra a empresa de energia Pacific Gas and Electric Company (PG&E) ao descobrir que a água de uma cidade no deserto estava sendo contaminada e espalhando doenças entre seus habitantes.

Livre (“Wild”, em inglês)

‘Livre’, de Jean-Marc Valléé | 2014: Perder a mãe, superar um divórcio e vencer o vício das drogas são ótimos ingredientes para descrever alguém que tem coragem de encarar de frente os problemas.

Em “Livre”, Cheryl Strayed (Reese Witherspoon) decide mudar e investe em um novo recomeço em meio à natureza. Em busca de sua identidade e de um sentido para a vida, ela viaja 4.200 quilômetros por toda a costa oeste dos EUA, da fronteira do México até o Canadá.

Azul É A Cor Mais Quente (“La Vie d’Adèle -Chapitres 1 & 2”, em francês)

‘Azul É a Cor Mais Quente’, de Abdellatif Kechiche | 2013: A passagem da adolescência para o dia a dia adulto é um momento difícil de viver e ainda mais difícil de explicar. Por isso, são poucos os filmes que realmente se arriscam em traçar este caminho. Protagonizado por Léa Seydoux e Adèle Exarchopoulos, o longa retrata assuntos como a sexualidade entre duas mulheres e a luta contra o preconceito da sociedade

‘Tudo Sobre Minha Mãe’, de Pedro Almodóvar | 1999: Com direção de Almodóvar, o filme lida com temas complexos como AIDS, transativismo, identidade sexual, religião, existencialismo e fé, enquanto conta a jornada de Manuela (Cecilia Roth), que após a morte acidental do filho retorna a Barcelona para contar a tragédia ao pai do menino. Em seu caminho, ela encontra sentido para sua solidão por meio de uma série de mulheres com quem vai conviver.

Terra Fria (“North Country”, em inglês)

‘Terra Fria’, de Niki Caro | 2005: Após um casamento fracassado, Josey Aimes (Charlize Theron), mãe solteira e com dois filhos para sustentar, é contratada pelas minas de ferro de Minnesota, que sustentam a cidade há gerações. Ela está preparada para o trabalho duro e, às vezes, perigoso, mas o que não esperava era sofrer com o assédio dos seus colegas de trabalho. O filme se baseia no caso real de Eveleth Mines, que moveu o primeiro processo bem-sucedido de assédio sexual julgado nos Estados Unidos.

Sexo, Sexualidade e Saúde das Mulheres são os temas da próxima edição do Mandala da Diversidade

O tema da saúde das meninas e mulheres é pouco discutido por conta de uma cultura patriarcal e machista, que supõe lógicas de comportamentos considerados adequados e únicos na esfera da sociedade. Por isso, o encontro deste sábado irá discutir Saúde das Mulheres Diversas, Sexo e Sexualidade com a integrante da Ong Outra Visão, Priscila Leote.

A oficina será dividida em três partes: exibição de vídeo e conversa, dinâmica e composição de mais uma parte da nossa Mandala da Diversidade. O encontro é gratuito e aberto à participação de todas as meninas interessadas. Não precisa fazer inscrição. É só chegar!

A sede do Coletivo Feminino Plural fica localizado na Rua General Andrade Neves, 159 / salas 84 e 85.

O projeto Mandala da Diversidade conta com apoio da Ong FASE e é realizado por Coletivo Feminino Plural, Ponto de Cultura Feminista: corpo, arte e expressão, Inclusivass, Outra Visão e Coletivo Oluchi Turbantes.

Mandala da Diversidade realiza encontro de preparação para Ativismo Feminista – Sororidade na Prática

Já fizemos muitas coisas juntas! Que tal um encontro para pensarmos em tudo que vivemos, o que ainda queremos fazer e expressar nossos sentimentos e pensamentos na Mandala da Diversidade?

A oficina deste sábado (24 de julho) do Mandala da Diversidade – Nossas Diferenças, Nossa Fortaleza será um momento para conversar sobre os espaços das meninas e das mulheres nas artes e na cultura, sobre tudo o que já vivemos no projeto e juntas decidirmos o que vem pela frente. Depois, vamos exercitar a criatividade na construção da mandala, material que simboliza os assuntos tratados em cada oficina e que será apresentado em julho durante um encerramento (deste ciclo).

É imprescindível a presença de todas as meninas que foram nas últimas atividades. Quem quiser se juntar agora também será muito bem-vinda!

ESTAREMOS RECOLHENDO DOAÇÕES PARA A OCUPAÇÃO MULHERES MIRABAL, QUE ACOLHE MULHERES, CRIANÇAS, JOVENS E HOMENS DA OCUPAÇÃO LANCEIROS NEGROS.

Integrantes do projeto Mandala da Diversidade assistem à peça O Topo da Montanha

As oficinas do Mandala da Diversidade continuam ocorrendo aos sábados, na nossa sede. No último fim de semana, excepcionalmente, o encontro foi no Theatro São Pedro para assistir à peça O Topo da Montanha, com Taís Araújo e Lázaro Ramos – veja abaixo o vídeo feito logo após o espetáculo.

Quem quiser se juntar à mandala pode entrar em contato pelo email pontodeculturafeminista@gmail.com. A cada encontro um novo tema é discutido a fim de garantir que todas se sintam incluídas sempre e saiam com aprendizados todos os dias.

Obrigada à produção do espetáculo pela doação dos ingressos sociais! Nós, integrantes do CFP, e participantes do Mandala da Diversidade, estamos até hoje emocionadas. O projeto Mandala da Diversidade: Nossas Diferenças, Nossa Fortaleza conta com apoio da Ong FASE.

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Este sábado (27) tem oficina Explorando os Sentidos na Mandala da Diversidade

Amanhã é dia de oficina Explorando Os Sentidos do projeto Mandala da Diversidade. As ministrantes são Josiane França e Ewelin Canizares, integrantes do grupo Inclusivass -formado por mulheres com deficiência.

A oficina é gratuita e para participar basta comparecer à nossa sede, localizada na Rua General Andrade Neves, 159/85, a partir das 14h.

Diversidade de Gêneros e Sexual entram na Mandala da Diversidade este sábado (20)

Na oficina deste sábado, dia 20 de maio de 2017, a psicóloga e ativista feminista Cris Bruel vai falar sobre estereótipos, preconceitos, diversidade de gênero, orientação sexual e Teoria Queer. A oficina integra o projeto Mandala da Diversidade e é destinada a jovens entre 13 e 19 anos.

Mais informações e inscrições pelo e-mail pontodeculturafeminista@gmail.com. Ao final da oficina, as participantes vão construir juntas mais um pedaço da MANDALA DA DIVERSIDADE.

Vem trocar experiências e ideias!

Mandala da Diversidade promove oficina sobre Feminismo Negro no dia 6 de maio

Neste sábado, 6 de maio, às 14h, tem mais uma oficina do projeto MANDALA DA DIVERSIDADE. O tema será “Feminismo Negro e Mulheres Negras”, com a oficineira Íris Monteiro, do Coletivo Oluchi Trubantes.

Venha trocar experiências e ideias e construir junto a Mandala da Diversidade. A cada encontro, o grupo coloca mais uma parte da mandala.

Local: Coletivo Feminino Plural, na Rua Andrade Neves, 159, sala 85, no Centro de Porto Alegre (RS)

Horário: 14h

Quem quiser garantir sua vaga, ou ter mais informações, pode mandar email para pontodeculturafeminista@gmail.com.

CANCELADA! – Jovens discutem Feminismo Negro neste sábado na Mandala da Diversidade

Neste sábado, 29 de abril, tem mais uma oficina do projeto Mandala da Diversidade. Desta vez o tema é Feminismo Negro e Mulheres Negras e quem vai puxar o debate é o Coletivo Oluchi Turbantes.

Quem quiser garantir sua vaga pode mandar email para pontodeculturafeminista@gmail.com ou só chegar na sede do Coletivo Feminino Plural – Rua General Andrade Neves, 159 / 85. Vem somar!