Mandala da Diversidade inicia oficinas

arte Akemi Ueno

A fim de promover o encontro entre meninas entre 13 e 18 anos e fortalecê-las, o Coletivo Feminino Plural e o Ponto de Cultura Feminista: corpo, arte e expressão realiza, entre março e julho de 2017, oficinas sobre feminismos com jovens de Porto Alegre. Os encontros vêm discutindo o discurso midiático sobre as meninas e mulheres, o Feminismo Negro e as Mulheres Negras, Direitos Sexuais e Direitos Reprodutivos, Mulheres com Deficiência e outros temas – TUDO DE FORMA TRANSVERSAL!

Se você quiser participar, basta mandar email para pontodeculturafeminista@gmail.com. O próximo encontro ocorre no dia 29 de abril, à tarde e irá tratar do tema Feminismo Negro e Mulheres Negras, com a participação do Coletivo Oluchi Turbantes.

Os encontros são gratuitos e ocorrem na sede do Coletivo Feminino Plural – Rua General Andrade Neves, 159 / 85 – Centro de Porto Alegre. O projeto Mandalas da Diversidade – Nossas Diferenças, Nossa Fortaleza conta com o apoio da Ong FASE – Federação de Órgãos para Assistência Social e Educacional.

 

Lute como uma menina: Projeto MANDALA DA DIVERSIDADE

Arte: Akemi Ueno

Estão abertas até o dia 25 de março de 2017 as inscrições para o Projeto:

MANDALA DA DIVERSIDADE,  NOSSAS DIFERENÇAS, NOSSA FORTALEZA

Podem se inscrever as jovens de 13 a 18 anos interessadas em refletir e aprofundar conhecimentos sobre gênero, etnia, raça, diversidade, mulheres com deficiência, sexualidade, comunicação e política.

As oficinas vão acontecer de abril a julho de 2017, uma vez por semana.

A partir das reflexões, histórias e experiências trocadas, ao longo do projeto será construída uma MANDALA DA DIVERSIDADE

Em cada oficina, a Mandala será alimentada de acordo com os conteúdos trabalhados.

Ao final do sexto mês, as jovens e as oficineiras farão uma intervenção no Centro de Porto Alegre apresentando a “Mandala da Diversidade” para chamar a atenção sobre os direitos das mulheres com suas especificidades.

Ao longo do projeto, será criada uma página em rede social de escolha das jovens para a veiculação de vídeos, textos, áudios e fotos das ações coletivas

INSCRIÇÕES E INFORMAÇÕES PELO E-MAIL
pontodeculturafeminista@gmail.com

Na Mídia: Pontos de Cultura resistem aos impasses entre Estado e União

via Jornal do Comércio 
mapamichele2-1464814Nem sempre percebidos nos grandes centros das cidades, os Pontos de Cultura fazem parte de uma rede com poder de penetração nas comunidades e territórios, em especial nos segmentos sociais mais vulneráveis. A intenção desses espaços é fortalecer entidades comunitárias que trabalhem na área cultural.

Atualmente, a rede brasileira tem 3.501 Pontos de Cultura. No Rio Grande do Sul, são 175 deles distribuídos em 75 municípios gaúchos. Cada um pode receber até R$ 180 mil em um período de três anos. Os recursos financeiros são destinados a projetos de trabalho e à compra de equipamentos para utilização do ponto.

No entanto, o repasse de recursos dos contratos firmados pela Secretaria de Estado da Cultura a partir de dezembro de 2013 – referente a 82 pontos – parou desde o primeiro semestre de 2015. O diretor de Cidadania e Diversidade Cultural da Secretaria Estadual de Cultura, Leoveral Golzer Soares, afirma que os compromissos do governo do Estado referentes aos repasses estão em dia.

O que está atrasado, conforme ele, são os valores do Ministério da Cultura (Minc) para com o Rio Grande do Sul. A atual gestão estadual repassou, de acordo com Soares, cerca de R$ 5 milhões para o sistema.

Segundo o representante da Rede dos Pontos de Cultura do Rio Grande do Sul, Leandro Anton, a situação ficou pior com a suspensão dos repasses mesmo para quem estava com a prestação de contas em dia.

Os contratos firmados pela Secretaria de Estado da Cultura, a partir de dezembro de 2013, são de duas modalidades: uma, com 60 vagas e todas preenchidas pelo primeiro edital, são de convênios de R$ 180 mil. A outra categoria, com 100 vagas, oferecia convênios de R$ 60 mil destinado a propostas de organizações com atuação em cidades com até 10 mil habitantes.

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Acervo Feminista Enid Backes está aberto para visitação

enidbackes-1O Acervo Feminista Enid Backes está aberto para visitação todas as segundas-feiras à tarde. A bibliotecária responsável Daiane Lopez Peixoto está disponível para auxiliar nas pesquisas de livros didáticos e de literatura ficcional, cartilhas, teses e dissertações.

Todas as publicações podem ser conferidas na base de dados online, disponível no site BibLivre do Coletivo Feminino Plural: http://acervoenid.no-ip.org/Biblivre4/. Depois de conhecer nosso catálogo, venha nos visitar!

Rede dos Pontos de Cultura busca estratégias de sustentabilidade junto à Sedac/RS

via Pontos de Cultura RS

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Foto: Leandro Anton

Na tarde do dia 04 de janeiro de 2017 estivemos reunidos com o Diretor de Cidadania e Diversidade Cultural da Secretaria de Estado da Cultura do Rio Grande do Sul. Conforme informe anterior repassado a Rede RS dos Pontos de Cultura, o assunto que fomos tratar na reunião é referente a transição contratual que todos os 81 Pontos de Cultural que firmaram convênio a partir da seleção dos editais 10 e 11.

Em virtude da entrada em vigor do Marco regulatório das organizações da sociedade civil, lei federal número 13.019, a partir da metade do ano de 2016, não existe mais a relação contratual convênio entre Estado e sociedade civil organizada. Por termos desde julho de 2014 a Lei Cultura Viva e a partir das instruções normativas publicadas em 2015 e 2016, passamos a ter o instrumento Termo de Compromisso Cultural, instrumento contratual que está de acordo com o Marco Regulatório.

Desta forma o jurídico do Ministério da Cultura passou um parecer a Secretaria de Estado da Cultura no dia 21 de dezembro de 2016, informando a Secretaria que esta deverá proceder a extinção dos convênios firmados com os 81 pontos de cultura e firmar um aditivo passando o objeto dos convênios para um novo contrato, no caso, o Termo de Compromisso Cultural. Neste novo contrato devem constar o mesmo objeto do convênio e os respectivos planos de trabalho.

Esta situação terá de ser concluída até 23 de janeiro de 2017. Assim, estivemos reunidos com Leoveral Soares com a presença do Representante da Rede dos Pontos de Cultura do Rio Grande do Sul, Leandro Anton, e Representantes dos Pontos de Cultura: Cultura de A a Z, Rubem Berta Nas Asas da Cultura, Quilombo do Sopapo, Africanamente, Terreira da Tribo, Trocando Ideia, Varanda Cultural, Paralelo 33, Ilê Axé Cultural, Ponto de Cultura Feminista: Corpo, Arte e Expressão, Solar do IAB e Associação Ijuiense de Proteção do Ambiente Natural.

Na reunião nos foi informado que 43 Pontos de Cultura já tinham os Termos de Compromisso Cultural encaminhados do jurídico para a Casa Civil (dentre eles, o Ponto de Cultura Feminista: corpo, arte e expressão, faltando ainda outros 38 Pontos de Cultura terem seus Termos de Compromisso Cultural encaminhados ao jurídico. Esta relação pode ser acessada clicando a seguir 2017-01-04_pontos de cultura conveniados . Ao acessar este documento irá ver na coluna mais à esquerda o nome do Ponto de Cultura e na coluna mais à direita a data na qual foi encaminhada o Termo de Compromisso Cultural a Casa Civil. Os Pontos de Cultura que na coluna mais à direita não possuem data inserida é porque estes ainda não possuem Termos de Compromisso Cultural elaborado.

Conforme Leoveral Soares todos os 81 Pontos de Cultura que não possuam pendências terão seus Termos de Compromisso Cultural elaborados e aptos para serem assinados antes do dia 23 de janeiro de 2017. Também conforme Leoveral informou a SEDAC fará contato com todos os 81 Pontos de Cultura conveniados informando a situação e para aqueles que estão mais distantes de Porto Alegre a Secretaria enviará via correio os Termos de Compromisso Cultural para que as entidades procedam a assinatura. Também nos foi informado que os únicos documentos que terão de ser atualizados serão as atas de eleição para as entidades que entre a assinatura do convênio e a assinatura do Termo de Compromisso Cultural tiveram eleições para a renovação de suas diretorias.

Ao final do encontro redigimos uma Ata com as informações e encaminhamentos relacionados acima e que foi assinada por todos presentes. A Ata pode ser acessada clicando ao lado 2017-01-04_Ata reunião pontos e SEDAC .

Na próxima quarta-feira, dia 11 de janeiro de 2017, às 18h, no Ponto de Cultura Solar do IAB, na Rua General Canabarro nº 363, centro de Porto Alegre, faremos nova reunião entre os Pontos de Cultura de Porto Alegre, para atualizarmos o andamento dos Termos de Compromisso Cultural e também para definirmos como faremos nossa participação no Fórum social das Resistências, que irá ocorrer em Porto Alegre de 17 a 21 de janeiro e pretendemos mobilizar o maior número possível de Pontos de Cultura do Rio Grande do Sul, para termos participação no Fórum, realizarmos uma reunião entre os Pontos de Cultura do Estado e dar continuidade a pauta aberta em Pelotas e também podermos fazer deste momento um ato coletivo de assinatura de Termos de Compromisso Cultural na Secretaria de Estado da Cultura.

Iniciativas gaúchas e uruguaias se reúnem para fortalecer Corredor Cultural

15369996_1643146132645097_4787639536506311030_oO Ponto de Cultura Feminista: corpo, arte e expressão viveu momentos ricos de troca, aprendizados e fortalecimento mútuo junto com outras iniciativas do Rio Grande do Sul e do Uruguai durante o Ponto a Punto. O evento, realizado entre os dias 7 e 9 de dezembro em Pelotas, serviu para fazer um balanço do ano de 2016 e traçar estratégias para garantir a sustentabilidade dos projetos em 2017.

img_7177Os três dias de imersão artística e cultural contaram com debates sobre Cultura Viva Comunitária com Célio Turino, criador do programa Cultura Viva, que hoje tornou-se lei, sobre a importância do fortalecimento do Corredor Cultural entre Brasil e Uruguai e sobre como explorar o potencial da linguagem audiovisual no trabalho nos pontos de cultura. Além disso, houve shows musicais e uma oficina de Candombe com os hermanos uruguaios.

Após a reunião com mais de 30 representantes de Pontos de Cultura do Estado foi um escrito um manifesto a ser entregue aos deputados estaduais pedindo a colocação em prática da Lei Cultura Viva no Rio Grande do Sul através, principalmente, da implementação do Comitê Gestor da Lei Cultura Viva – previsto na legislação. Saiba mais sobre o Ponto a Punto através da página: https://www.facebook.com/pontoapunto/.

Na mídia: Literatura periférica em destaque no Sarau dos Não Lidos

via Nonada – Jornalismo Travessia

josue-monteiro-sarau-9-1Sem livros publicados, muito para falar. Escritoras e escritores à margem do mercado editorial se reuniram na última segunda-feira (31), no Sarau dos Não Lidos, promovido pelo Nonada – Jornalismo Travessia.

O josue-monteiro-sarau-51-4evento, focado na literatura periférica, teve como artistas convidados Ana dos Santos, Cíntia Colares, Jonatan Ortiz Borges, Marcelo Martins, Nayara Lemos e a jornalista Roberta Mello, representando o Ponto de Cultura Feminista: Corpo, Arte e Expressão. O grupo de hip-hop Guerreiro Poeta e Time Show foi responsável pela abertura. O objetivo era ecoar vozes talentosas da literatura portoalegrense, mostrando que a literatura não se resume ao círculo de editoras.

A noite integrou a programação da Feira do Livro de Porto Alegre, com a presença de alunas e alunos da Educação de Jovens e Adultos.

Na Mídia: Os escritores “não-lidos” compartilham sua escrita com o público da Feira

Via Feira do Livro de Porto Alegre

Foi com o auditório Carlos Urbim lotado de alunos das turmas da Educação de Jovens e Adultos (EJA) e demais freqüentadores da Feira do Livro, que aconteceu nesta segunda-feira (31), o Sarau dos não-lidos: literatura marginal periférica. Uma das atividades que mais emocionou e aproximou escritores e público na programação do evento. O sarau foi promovido pelo site Nonada, coletivo de jornalismo cultural alternativo de Porto Alegre.
A editora do site, Thaís Seganfredo, conta que a proposta partiu da necessidade de descobrir onde está a literatura de periferiana Capital. “A gente sabe que Porto Alegre é um centro de literatura independente, no entanto, majoritariamente branca e masculina”, disse, contando que, assim que o evento foi divulgado, diversos escritores se interessaram em participar.
A atividade abriu com o show do rapper Guerreiro Poeta & Time show e com a participação mais do que especial de sua filha, a pequena Emily, de seis anos de idade. Letras que incentivavam a leitura e o respeito ao próximo ganharam a plateia. Em seguida, os escritores Ana dos Santos, Cíntia Colares, Jonatan Ortiz Borges, Marcelo Martins, Nayara Lemos e Roberta Mello (representando as escritoras do Ponto de Cultura Feminista) subiram ao palco para a leitura de seus textos. A mediação foi do editor-fundador do Nonada, Rafael Gloria.
Os poemas – e também um cordel – falaram sobre a condição da mulher negra, racismo, consciência política, preconceito, entre outros temas que buscam espaço na literatura. “Não estamos com nossos livros à venda, mas trouxemos nossas palavras”, disse a escritora e poeta Ana dos Santos, em referência ao fato de muitos autores, apesar de sua constante escrita, não conseguirem verba – e espaço também – para publicarem seus livros.
O site da Feira do Livro entrevistou o editor-fundador do Nonada, Rafael Gloria, que falou sobre o evento e a literatura marginal e periférica. Leia a entrevista aqui.

Junte-se a nós no Sarau dos Não Lidos – Literatura Marginal e Periférica

14721760_1065775410157314_5968674081205285723_nO Ponto de Cultura Feminista: corpo, arte e expressão participa nesta segunda-feira (31), às 20h, do Sarau dos Não Lidos – Literatura Marginal e Periférica, promovida pelo Nonada – Jornalismo Travessia dentro da programação da Feira do Livro de Porto Alegre. O evento é aberto ao público e ocorre no Teatro Carlos Urbim (na Praça da Alfândega, no centro de Porto Alegre – Avenida Sepúlveda).

Vamos levar obras das escritoras marginais e periféricas, algumas delas que estão no Acervo Feminista Enid Backes, e, é claro, mostrar um pouco do trabalho que estamos realizando nas comunidades de Porto Alegre. Vai ter literatura feminista na Feira do Livro, sim!

“A literatura brasileira é rica e muito ampla e vai além do cânone empoeirado da academia. É crucial dar espaço para diferentes vozes: a sociedade precisa reconhecer literatura marginal e periférica, não apenas como produto literário, mas também como um patrimônio cultural. Aqui estamos juntos para ouvir e ser ouvidos.”

Mais informações sobre o evento aqui.