Arquivo mensal: março 2016

Ponto de Cultura Feminista reafirma parcerias na Restinga

O Ponto de Cultura Feminista: corpo, arte e expressão retoma as ações na Restinga – Bairro que fica localizado na Zona Sul de Porto Alegre – e segue na parceria com o Comitê Gestor Local. Agora, o Centro Infanto Juvenil Monteiro Lobato e a Escola Carlos Pessoa de Brum acolhem as ações do Ponto de Cultura Feminista na comunidade.

As atividades são destinadas às jovens mulheres e terão como tema o ativismo feminista e a identidade negra. Raça e gênero e direitos humanos de mulheres  e meninas motivam os encontros.

O uso de tecnologias digitais como a Rádio Web Brum Escola, projeto da Escola Carlos Pessoa de Brum, acontece em parceria com a ONG Ilê Mulher e a educadora Dóris Macedo, membro do Comitê Gestor do Projeto.

No CIJ Monteiro Lobato, a identidade negra, a poesia e musicalidade serão tema da oficina com a artista Pâmela Amaro.

Além das oficinas de expressão e ativismo para as jovens mulheres e meninas também será realizado mais um Sarau na Restinga. O evento reunirá publico diverso (jovens meninas e meninos) na Escola Carlos Pessoa de Brum sempre com o tema da expressão de mulheres que escrevem.

As atividades serão antecedidas por rodas de conversa sobre feminismo com integrantes do Coletivo Oluchi. As ações acontecem durante o mês e abril e maio e encerram esta etapa de ações do Ponto na Restinga.

1º Festival #Artivismo Feminista reúne mais de 100 pessoas em ações de diversas linguagens artísticas

O primeiro Festival Do Ponto de Cultura Feminista reuniu, em Porto Alegre, mulheres de todas as idades e diferentes raças em três dias de encontros. Com um público de mais de 100 pessoas, composto principalmente por mulheres, os encontros promoveram a escuta, visibilidade e a troca entre artistas e ativistas do movimento de mulheres e feminista.

IMG_4262A aula aberta com Maria Luísa Pereira de Oliveira (Plataforma Dhesca) trouxe a perspectiva do Feminismo Negro no contexto da luta das mulheres no Brasil. Telia Negrão (Coletivo Feminino Plural e Rede Feminista de Saúde Sexual e Direitos Reprodutivos) falou sobre a história do movimento de mulheres no Brasil e as muitas vertentes atuais. Este foi um momento de encontro com os feminismos de cada uma nas diferentes perspectivas de raça e geracional. As mulheres puderam trocar ideias sobre ser feminista, ouvir relatos de mulheres jovens e mais experientes e revigorar o espírito para continuar acreditando na mudança. O Ministério da Cultura, através de sua representante regional, Margarete Moraes, marcou presença na abertura do Festival.

IMG_4359A diversidade também esteve presença com as mulheres do Grupo Inclusivass de mulheres com e sem deficiência. José França, Rainha Deficiente Visual do Carnaval de Porto Alegre compartilhou a sua experiência e sambou na cara do preconceito. Ao final deste primeiro dia, para queimar a ignorância e a intolerância, as mulheres de todas as idades foram convidadas a dar vida a um Fervo Feminista.

IMG_4552O agito teve a presença de mulheres capoeiristas de Porto Alegre e as ladainhas e o ritmo do atabaque deram o tom da roda na Travessa dos Cataventos. Enquanto tambores, berimbaus, surdos, triângulos e palmas marcavam o tempo, no centro da roda as mulheres colocavam para queimar frases machistas e misóginas num ato simbólico de transformação para um novo presente: de paz e de justiça para as mulheres e meninas de todo o mundo.

IMG_4945No segundo dia de Festival teve início a Oficina de Artes Cênicas com uma pegada de ativismo feminista e performance. As artistas Andressa Cantergiani e Carolina Pommer orientam os encontros que seguem até o final do mês de abril. A oficina é só para o público de mulheres e tem como motivação os direitos sexuais e direitos reprodutivos.

IMG_4713No mesmo dia, um encontro com mulheres que escrevem reuniu mulheres ativistas com e sem deficiência. Numa parceria com o Grupo Inclusivass tivemos a presença de mulheres que escrevem a partir de suas experiências como Carlena Weber, Leila Cenci e Ariane Leitão. O momento foi intenso e marcante para a construção de novas formas de ver as mulheres e os espaços de expressão.

IMG_4882Logo após, o Sarau Inclusivo Corpos DiVERSOS, organizado em parceria com a ONG Cirandar e o Grupo inclusivass, motivou o público a declamar poesias que estavam dispostas por todo o espaço térreo da Ala Leste da Casa de Cultura, inclusive poesias em braile. A participação da artista Carla Vendramin, com uma leitura com áudio descrição, e da poetisa Teresinha Couto, pessoa com deficiência visual, emocionaram a todas. Estiveram conosco as mulheres do Sopapo de Mulher do Ponto de Cultura Quilombo do Sopapo com a publicação dos programas de Rádio Sopapo de Mulher e a produtos da Economia Solidária. A Vereadora Sofia Cavedon (PT), Presidenta da Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal de Porto Alegre, também marcou presença no encontro Mulheres que escrevem.

No último dia de Festival o encontro com Mulheres Negras que fazem cultura nos Pontos de Cultura também foi um dos pontos mais emocionates. Nina Fola, do Ponto de Cultura Espaço Escola Áfricanamente, e Denise Yashodã Freitas Dornelles,  representante da comunidade quilombola Morada da Paz e do Ponto de Cultura Omorodê contaram sobre suas lutas no campo cultural – na escola, nos territórios e no imaginário social e popular.

IMG_4966A ancestralidade e tradição afro-brasileira, o poder das mulheres, da musicalidade, do território, da capoeira e da dança impulsionam a construção de espaços e de ações para uma comunidade mais justa. As jovens mulheres da comunidade quilombola Morada da Paz protagonizaram o encontro projetando cantos sagrados e sons da natureza que tocam nossas memórias mais ancestrais. Nila Fola falou sobre a necessidade de seguirmos na luta. Apesar dos avanços, ainda há muito o que se fazer pela justiça para as mulheres e homens negros no Brasil e no mundo.

IMG_5090A exibição de curta-metragens sobre mulheres ou dirigidos por mulheres encerrou a noite de ativismo e arte do 1º Festival do Ponto de Cultura Feminista: corpo, arte e expressão. Mulheres de Magritte, uma produção bahiana, de Isabela Silveira, Rodrigo Luna e Renato C. Gaiarsa abriu a mostra, Quando aprendeu a pular, vídeo-dança de Jose Miguel Nieto, Luciana Ponso e Roberta Arantes teve a presença de Soila Silveira, prostituta que estrela o filme. Um beijo para Gabriela, filme de Laura Murray, contou um pouco sobre a candidatura a Deputada Federal da ativista pelos Direitos das Prostitutas Gabriela Leite e para fechar o filme Carol, de Mirela Kruel, filme que conta a história de Carol Santos, militante do Grupo Inclusivass.

A Roda de Conversa Essas mulheres e seus direitos sexuais e direitos reprodutivos, que aconteceria dia 13 de março, foi cancelada, devido às manifestações previstas para este dia. Uma nova data será divulgada publicamente, em breve.

O Ponto de Cultura feminista: corpo, arte e expressão agradece a todas as mulheres envolvidas neste projeto, muitas mulheres que foram voluntárias para construir este espaço de ação que conjura ativismo e arte. Em especial, agradecemos, às mulheres que compõe o Comitê Gestor do Projeto e às mulheres do Coletivo Feminino Plural, pela coragem de criar e desenhar um caminho para um presente melhor.

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Publicações do Acervo Feminista Enid Backes são entregues durante Encontro da Rede Mulher da Restinga

IMG_5149Desenhar e articular a rede de enfrentamento à violência contra as mulheres da Restinga, fortalecer o movimento de mulheres e meninas e promover a cultura e os direitos humanos, esta foi a tônica do II Encontro da Rede Mulher da Restinga, uma parceria do Fórum de Segurança, entidades locais e o Coletivo Feminino Plural na manhã de sexta-feira. Adolescentes de vários projetos sociais e escolas participaram com demonstrações artísticas de seu engajamento pelo fim da violência contra as mulheres. Duas entidades da Restinga – Associação de Moradores da Chácara do Banco e a Escola Estadual Alberto Pasqualini -receberam as caixas de livros sobre direitos das mulheres doadas pelo Coletivo Feminino Plural, como parte do projeto “Acervo Feminista Enid Backes”, parceria com a Fundação Luterana de Diaconia. A escola beneficiada sedia o projeto Escola Lilás de Direitos Humanos, que atua com teatro e oficinas de conteúdos com meninas, com o apoio do Poder Judiciário. O Ponto de Cultura Feminista Corpo Arte e Expressão, projeto apoiado pelo MINC/Sedac, fez uma prestação de contas de suas atividades e firmou várias parcerias para novas oficinas com meninas de 12 a 18 anos.

Na Roda de Conversa sobre Violência Contra a Mulher, as mulheres que vieram de várias comunidades, levantaram as dificuldades hoje encontradas pela população feminina para proceder às denúncias de agressões físicas e sexuais. Embora organizadas há muitos anos e reivindicando uma delegacia da mulher, um centro de referência e uma casa abrigo, nenhum desses serviços foi instalado. A Restinga, com quase 200 mil habitantes, reúne o maior número de Medidas Protetivas da Capital. No próximo dia 31 pela manhã ocorrerá uma reunião para desenhar a rede existentes, organizar os fluxos e divulgar informações às mulheres e meninas.

Durante a entrega das caixas de livros pelo Acervo Enid Backes, a presidenta da Associação da Chácara do Banco, Almerinda, declarou que as atividades do Ponto de Cultura ajudaram a mudar sua comunidade, em especial pela reflexão que provocou quanto às relações de gênero e raciais entre adolescentes e jovens: “Eu jamais poderia imaginar que trabalhar com arte e cultura seria tão forte impacto na comunidade”, declarou.

Telia Negrão, coordenadora do Coletivo Feminino Plural, apresentou o conteúdo das caixas de livros, revistas, cartilhas, folhetos e vídeos entregues, que agora pertence a cada uma das entidades que a recebeu, cabendo a elas gerir o uso coletivo. Foram selecionadas obras literárias de autoras mulheres, sobre mulheres e juventude, cadernos contendo a Lei Maria da Penha, prevenção de DSTs e Aids, materiais educativos sobre direitos sexuais e reprodutivos, além de direitos sociais à moradia, ao trabalho, entre outros.

Esse Encontro possibilitou construir várias agendas para os próximos meses, como a retomada da parceria com o Centro Infanto Juvenil Monteiro Lobato, que levou um grupo de meninas e meninos a performatizar sobre violência de gênero, e com escolas locais para outras oficinas sobre direitos humanos e cidadania.

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MARÇO É MÊS DE LUTA

4Estaremos, no Bairro Restinga, nesta próxima sexta-feira (18/03), a partir das 10 horas, participando do Encontro da Rede da Mulher Restinga.

“A Rede da Mulher Restinga surge da necessidade de articularmos ações de prevenção e cuidados para com as mulheres em situação de violência, já que os índices de atendimento às mulheres que sofrem a violação de seus direitos, em nosso território, são muito altos. A Rede da Mulher Restinga e um espaço aberto à toda a comunidade.”

O Acervo Feminista Enid Backes, o Ponto de Cultura Feminista e a coordenação do Coletivo Feminino Plural farão a entrega de duas caixas do Acervo com livros e publicações com a temática feminista, de mulheres e meninas.

Vem fortalecer o movimento. Compartilhe com as mulheres da região.

COMUNICADO

Comunicamos que as atividades do Festival ‪#‎ArtivismoFeminista‬ previstas para o 4º e último dia, no Parque da Redenção, não serão realizadas devido ao chamamento para manifestações de rua no dia 13 de março de 2016.

Nós, do Ponto de Cultura Feminista, suas parceiras e companheiras de ativismo, não compactuamos com a postura de grupos que reconhecem e apoiam representantes da política institucional como Eduardo Cunha, Jair Bolsonaro, Aécio Neves e outros que fazem um desserviço à sociedade propagando o ódio, o preconceito, o racismo e a intolerância.

Para salvaguardar nossos corpos e nossa liberdade de ação neste contexto realizaremos o encontro “Essas Mulheres e seus direitos sexuais e direitos reprodutivos numa perspectiva da diversidade sexual” e a Intervenção performática proposta pelas artistas Andressa Cantergiani e Carol Pommer, na oficina de Artes Cênicas, em algum outro momento neste mês de março.

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Divulgarem a nova data em nossos canais no Face e no Blog.

Estamos juntas e marcharemos pela vida das mulheres, pelo fim da violência e todas as desigualdades, pelo respeito à identidade de gênero, contra a lgbtfobia, pelo fim do racismo e pela liberdade de viver e deixar viver.

Foto Clara Glock.
8 de março de 2016, Marcha das Mulheres Porto Alegre.

3º dia de Festival ‪#‎ArtivismoFeminista‬

O Festival ‪#‎ArtivismoFeminista‬ segue no dia 12 de março de 2016 com uma vasta programação, acompanhe:

14h – 2º dia de Oficina de artes cênicas: Teatro, performance e artivismo feminista com Andressa Cantergiani e Calorina Pommer
Casa de Cultura Mário Quintana

17h – Conversa “Mulheres negras e Cultura: Ativando e fazendo nós.” Com a presença de mulheres dos Ponto de Cultura Omorodê Infância da cidade de Triunfo, Espaço Escola Africanamente de Porto Alegre e Ilê Axé Cultural da cidade de Canoas.
Casa de Cultura Mário quintana – No térreo da Ala Leste.

Logo após acontece a performance “Silêncios”, com a direção de Silvia Ramos e a performance de Ana Medeiros, Carla Vendramin e Nury Salazar.

20h Finalizando o Festival #ArtivismoFeminista, teremos a exibição de 5 curta metragens produzidos por mulheres e/ou sobre mulheres, abaixo você confere os nomes.
Casa de Cultura Mário Quintana – Auditório Luis Cosme

“Mulheres de Magritte”
De Isabela Silveira, Rodrigo Luna e Renato C. Gaiarsa
2009

“Quando aprendeu a pular”
Video-dança de Jose Miguel Nieto, Luciana Ponso e Roberta Arantes.
com Soila Silveira
2009

“Um beijo para Gabriela”
De Laura Murray
2013

“Na minha Sopa não”
De Mirela Kruel
2015

Carol
De Mirela Kruel
2015


Vem com a gente!

Hoje começam as oficinas de Teatro do Festival #ArtivismoFeminista

Hoje começam as aulas da Oficina de Artes Cênicas com Andressa Cantergiani e Carol Pommer, das 14h às 18h. Aquelas que quiserem garantir sua vaga nas Oficinas de Artes Cênicas: Teatro, performance e artivismo feminista com Andressa Cantergiani e Carol Pommer podem preencher a ficha de inscrição disponível aqui ou através do link: https://goo.gl/AsvoFC.

Os encontros iniciam nos dias 11 e 12 de março e integram o 1º Festival #ArtivismoFeminista. Após o evento, continuam ocorrendo aos sábados, nos dias 19 e 26 de março, 02, 09, 16, 23 e 30 de abril, das 14h às 18h, sempre na Sala Cecy Frank da Casa de Cultura Mário Quintana (Rua dos Andradas, 736), em Porto Alegre. As oficinas pretendem a realização de intervenções feministas em espaços públicos. A oficina é destinada a meninas e mulheres a partir de 14 anos.

Saiba mais sobre Andressa e Carol:

Andressa Cantergiani
Vive e trabalha em Porto Alegre (RS). É Mestre em 12804851_482075471990274_4969625103980509532_nPerformance pelo Programa de Comunicação e Semiótica da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (2008), com bolsa de pesquisa Capes, através do projeto “A midiatização da dor: estratégias comunicativas e resistência política”.
Bacharel em Arte Dramática pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (2004).
Foi premiada pelo MINC- CONEXÃO BRASIL CULTURA, onde realizou a performance Aterro e uma exposição de fotografia em Lisboa-Portugal. Atualmente, é artista e gestora do espaço cultural Galeria Península em Porto Alegre.
Tem experiência na área de Artes, com ênfase artes do corpo, atuando principalmente nos seguintes temas: criação artistica, linguagens híbridas, performance, vídeo, fotografia e corpomídia.

Calorina Pommer
12794451_482075475323607_5820537814871247731_nPossui graduação em Teatro pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (2008), ênfase em Interpretação Teatral. Mestrado em Saúde Coletiva – Universidade Federal do Rio Grande do Sul – 2012-2014. Faz parte do grupo Barraquatro desde 2008.
Residência Integrada em Saúde – Ênfase em Saúde Mental Coletiva. Escola de Saúde Pública/RS – 2009-2011. Foi residente do terceiro ano opcional da RIS-ESP realizando formação em Gestão da Educação em Saúde Coletiva.
Atriz e diretora do grupo de teatro Nau da Liberdade (que conta com usuários, trabalhadores e estudantes da Saúde Mental) entre 2013-2015 – premiado pelo prêmio Diversidades pelo Governo do Estado do Rio Grande do Sul.
Atriz e Preparadora corporal no projeto teatral In_Visíveis. Premiado pela FUNARTE – Vozes da Rua – Junto a pessoas em situação de rua como atores (2014-2015).

Veja as atrações que te esperam no Festival #ArtivismoFeminista amanhã

É AMANHÃ!
O Festival #ArtivismoFeminista começa com uma aula aberta sobre Feminismos com Télia Negrão (da Rede Feminista de Saúde e Direitos Sexuais e Reprodutivos) e Maria Luisa Pereira de Oliveira (da Plataforma Dhesca Brasil) na Travessa dos Cataventos da Casa de Cultura Mario Quintana, às 18h30min.
Logo depois, às 20h, tem Fervo Feminista – Expressões diversas de mulheres artistas.
As atividades são gratuitas e abertas a um público misto (mulheres e homens).

164172_186971541329233_7417445_nMaria Luísa Pereira de Oliveira é psicóloga, mestra em Saúde Coletiva, especialista em Violência Doméstica Contra Crianças e Adolescentes e em Ética e Educação em Direitos Humanos. Foi coordenadora do Sempre Mulher – Instituto de Pesquisa e Intervenção sobre Relações Raciais e da Maria Mulher – Organização de Mulheres Negras. Maria Luísa integrou a Rede Nacional Feminista de Saúde, Direitos Sexuais e Direitos Reprodutivos, entre outros coletivos e organizações.

10155447_781265618657790_3058243047685891788_nTelia Negrão é jornalista, mestre em Ciência Política. Coordenadora do Coletivo Feminino Plural. Integrante do colegiado da Rede Feminista de Saude Direitos Sexuais e Direitos Reprodutivos e do conselho consultivo da Rede de Saúde das Mulheres Latinoamericanas e do Caribe.

Grupo Inclusivass convida para o Sarau Corpos DiVERSOS em vídeo

As mulheres com e sem deficiência do grupo Inclusivass convidam para o Sarau Inclusivas: Corpos DiVERSOS, que integra a programação do Festival ‪#‎ArtivismoFeminista‬. O encontro ocorre no dia 11 de março, sexta-feira, a partir das 18 horas. Veja o vídeo com todas as informações abaixo e compareça!

Vamos ocupar a Casa de Cultura Mario Quintana com poesia, arte e expressão das mulheres e seus corpos diversos. O sarau vai contar com intérprete de libras com Marcia Gaspary da Tagarellas, textos em braile, audiodescrição e será num lugar de acessibilidade universal, o Hall da Ala Leste da Casa de Cultura Mário Quintana.

Mais informações no Evento. #todassãotodas

Seja também uma ativista!

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A semana do 8 de março é intensa, todo ano é assim, milhares de mulheres e meninas saem às ruas para fazer ver as pautas e reivindicações cotidianas: direito de trabalhar, sair à rua ou viajar sozinha, comer alimentos sem veneno, ter liberdade para decidir sobre o corpo, não ser tratada como objeto ou propriedade e muito mais.

O Coletivo Feminino Plural, ONG responsável pelo projeto do Ponto de Cultura divulga uma agenda de atividades vc pode conferir no site http://femininoplural.org.br/

A ideia de ter um dia da Mulher está vinculado à luta pelos direitos ao trabalho e a independência dos corpos das mulheres.

Não queremos flores, queremos respeito e liberdade.

Acompanhe na internet, em especial, no Facebook, as atividades de diferentes coletivos promovendo encontros, ações artísticas, rodas de conversa, lançamento de campanhas e ativismo de todo o tipo. O cardápio é variado e deve ser devorado pelas mulheres e meninas e também pelos homens e meninos parceiros nesse movimento de desconstrução da cultura machista.

Nós, do Ponto de Cultura Feminista, estaremos realizando o 1º Festival do Ponto nestes próximos dias e por isso estaremos imersas nas possibilidades de ‪#‎artivismofeminista‬.

No Facebook temos o  https://www.facebook.com/events/1683516958568895/ e aqui no blog também.

Marcamos presença também, amanhã – dia 8 de março,  na Marcha pelo Dia Internacional de Lutas das Mulheres com concentração em ambas as praças D. Feliciano e Alfândega, em Porto Alegre, às 17H.

Participe você também. Na sua comunidade, escola, com as amigas. Junte-se a outras meninas e mulheres para conversar, para trocar ideias, participe da agenda do movimento de mulheres e feminista e se prepare, todo ano tem dia de luta das mulheres, todo dia é dia da mulher.

Seja também uma ativista!
Boa semana de 8 de março!