Arquivo mensal: setembro 2015

Lançamento do Grupo de Estudos Feministas e de Gênero será com provocações, filme e livro

Atenção, mulheres iniciantes e iniciadas no feminismo!

Esta quarta-feira (30) ocorre o lançamento do Grupo de Estudos Feministas e de Gênero do Coletivo Feminino Plural. O evento de apresentação do projeto vai contar com a presença da médica especializada em saúde da mulher Maria José Araújo, lançamento do filme “O que há de errado com ela?”, de Mirela Kruel, e do livro “Saúde mental e gênero, novas abordagens para uma linha de cuidado”.

O evento é aberto ao público e ocorre a partir das 18h no Clube de Cultura. Mais informações no evento ou no blog do Projeto Girassóis.

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As inscrições para as oficinas de Hip-Hop estão abertas

11987013_429108253953663_3593150521235782133_nEstão abertas as inscrições para as oficinas de grafite para meninas com a grafiteira Gabee Mérqs, da Frente Nacional de Mulheres no Hip-Hop. Serão apenas 20 vagas. Com a prioridade para as meninas que moram na Restinga.

Para saber mais e garantir a participação mande email para pontodeculturafeminista@gmail.com ou ligue 51 32215298.

Serão 4 encontros – nos finais de semana – na Associação Chácara do Banco – Travessa F, n.º 20 – Chácara do Banco – Restinga. As oficinas acontecem das 10h às 17h e iniciam no dia 27 de setembro de 2015 (domingo) e se estendem durante os dias 3, 4 e 11 de outubro.

Destinada a jovens mulheres a partir dos 12 anos de idade a oficina tem como objetivos tratar de temas como a trajetória das mulheres do grafite; estimular o interesse e a inserção das mulheres no contexto da arte urbana; realizar a produção de uma mural feminista; promover momentos de reflexão, resgate e luta das mulheres e a difusão do elemento Grafite junto às meninas.

Mais sobre a grafiteira Gabee Mérqs:

Moradora há 16 anos, da Zona Oeste de Santa Maria, grafiteira há 5, fruto de pais militantes de esquerda, a indignação com o sistema, veio de casa. Desde a adolescência ativista em movimentos sociais, também atuou em áreas informais como garçonete, secretária, atendente, auxiliar, todo morador de COHAB precisa se sustentar. Na esperança de transformar um pouco a sociedade, foi na licenciatura em letras que depositou suas fichas, pois a educação popular sozinha, não alcançaria todas as escolas públicas, como um diploma conseguiria alcançar.

Há mais de um ano conseguiu reunir a prática do grafite, com a militância, ao integrar o CO-RAP e através dele, pode conhecer a Frente Nacional de Mulheres do Hip Hop. Sempre levando o elemento grafite, com a ideologia feminista, pode chegar a muitos espaços, inclusive em escolas, Caps, ONGs. Atualmente trabalha com oficinas de grafite e também como Educadora social, na instituição Lar de Mirian. Tentando sempre incluir os elementos do movimento hip hop, em práticas pedagógicas, entendendo a importância dessas manifestações culturais no processo de transformação social.

Roda de Conversa marca abertura de inscrições para Oficina de Grafite

Na terça-feira (8 de setembro) aconteceu a 2ª Roda de Conversa sobre Feminismos e Relações de Gênero promovida pelo Ponto de Cultura Feminista: corpo, arte e expressão na Restinga. Desta vez, o encontro ocorreu na Associação Chácara do Banco, nossa parceira de todas as horas e integrante do comitê-gestor local, e marcou, ainda, a abertura de inscrições para as Oficinas de Grafite, com a grafiteira Gabee Mérrqs, da Frente Nacional de Mulheres do Hip Hop Sul (FNMHHSul).

A roda de conversa contou com a presença da Antropóloga Leina Peres, do Coletivo Feminino Plural, da MC Flor do Guetto, representante da Frente Nacional de Mulheres no Hip-Hop e da Grafiteira Gabee Mérrqs, de Santa Maria. A roda de conversa busca formar meninas e mulheres nos feminismos e criar um espaço de liberdade para a discussão de temas levados pelas integrantes do comitê-gestor do Ponto de Cultura Feminista, mas também sugeridos pelas participantes.

As ações do projeto (oficinas, saraus, apresentações e ações de ativismo) são focadas em interpelar as desigualdades produzidas historicamente e mantidas pelos padrões culturais. O público alvo são todas as meninas e mulheres que tenham interesse em fruir, promover e viver a arte e seus corpos para além das convenções e imposições que a cultura machista reverbera cotidianamente.

Oficinas de Grafite

As oficinas ocorrem nos dias 27 de setembro,  3 e 4 de outubro e 11 de outubro, das 10h às 17h, na sede da Associação Chácara do Banco (Travessa F. nº 20), na Restinga.

Quem quiser mais informações sobre os encontros pode mandar email para pontodeculturafeminista@gmail.com ou comunicapontodecultura@gmail.com.

Roda de conversa e oficina de grafite começam hoje

Malu Viana, Gabee Mérrqs e Luisa Gabriela já estão prontas para a 2ª Roda de Conversa sobre Feminismos e Relações de Gênero que rola hoje na Restinga e lança as Oficinas de Grafite na comunidade. O encontro acontece na sede da Associação Chácara do Banco (Travessa F, n.º 20 Associação Chácara do Banco), das 14h às 17h.

Se liga, mulherada. É só chegar!

Malu Viana, Gabee Mérrqs, Luisa Gabriela 2Malu Viana, Gabee Mérrqs, Luisa Gabriela

Restinga sedia a II Roda de Conversa sobre Feminismos e Relações de Gênero

11218455_426924627505359_918764659499655766_nO Ponto de Cultura Feminista: corpo, arte e expressão realiza mais uma série de ações na Restinga, na próxima terça-feira (8 de setembro de 2015), das 14h30min às 17h30min, acontece a II Roda de Conversa sobre Feminismos e Relações de Gênero. Neste mesmo dia serão realizadas inscrições para oficina de grafite, destinada apenas para meninas, com a Grafiteira Gabee Mérqs, de Santa Maria. As oficinas terão início no dia 14 de setembro de 2015 e acontecem às segundas e terças, na sede
da Associação Chácara do Banco, na Restinga.

A associação, localizada na Travessa F. nº 20, Restinga, integra o Comitê Gestor Local do projeto e será palco de encontro entre mulheres artistas/ativistas e jovens moradoras da comunidade.

A roda de conversa contará com a presença da Antropóloga Leina Peres, do Coletivo Feminino Plural, da MC Flor do Guetto, representante da Frente Nacional de Mulheres no Hip-Hop e da Grafiteira Gabee Mérqs, de Santa Maria. Com o objetivo de fortalecer as mulheres para sua autonomia e exercício dos direitos humanos e cidadania as ações do projeto focam na transversalização de gênero e raça e direitos humanos, abordando o corpo das mulheres como um espaço revestido de sem tidos historicamente construídos.

Oficina de Break para meninas deu início as ações de Hip-Hop feminino, em parceria com a Frente Nacional de Mulheres no Hip-Hop, ministradas pela Bgirl Ceia Santos. Entre os meses de junho e julho de 2015, mais de 20 meninas participaram dos encontros na Escola Alberto Pasqualini. No mês de setembro iniciam as oficinas de Grafite e em outubro serão realizadas a oficina de MC e uma intervenção na Esplanada da Restinga, atividades que encerram as ações de Hip-Hop, nesta primeira etapa.

O projeto, coordenado pelo Coletivo Feminino Plural é um convênio realizado entre o Governo do Estado do Rio Grande do Sul, através da Secretaria de Cultura do Estado, e o Ministério da Cultura Federal através da Lei Cultura Viva. Contemplado no Edital 11/2012 da “Rede RS de Pontos de Cultura”, o projeto visa integrar inúmeras agentes sociais com forte presença cultural e inseridas em diversificadas áreas de atuação para a promoção de ações de formação e difusão da arte e da cultura numa perspectiva feminista.

Atividades gratuitas

Sobre o Ponto de Cultura

O Ponto de Cultura Feminista: corpo, arte e expressão é um projeto coordenado pela ONG Coletivo Feminino Plural em parceria com outras entidades e produtoras culturais. Integra a Rede Nacional dos Pontos de Cultura e surge através do desejo de acionar o corpo, em especial o corpo das mulheres, como território de múltiplas possibilidades de expressão. Os direitos sexuais e reprodutivos são trazidos para a cena como vetores para questionar a secular tentativa de destituição da autonomia das mulheres de explorar o corpo na perspectiva de sua autodeterminação como sujeito.

Serão provocadas ações (através de oficinas, saraus, apresentações e ativismo) que interpelem as desigualdades produzidas historicamente e mantidas pelos padrões culturais. O público alvo são mulheres que tenham interesse em fruir, promover e viver a arte e seus corpos para além das convenções e imposições que a cultura machista reverbera cotidianamente.

O projeto originou-se do convênio entre o Governo do Estado do Rio Grande do Sul, através da Secretaria de Cultura do Estado, e o Ministério da Cultura, com a Lei Cultura Viva, contemplado no Edital 11/2012 da “Rede RS de Pontos de Cultura”. O Coletivo Feminino Plural, a Frente Nacional de Mulheres no Hip Hop, a ONG Cirandar, a Associação Cultural Beneficente Ilê Mulher, a Rede Feminista de Saúde Direitos Sexuais e Direitos Reprodutivos, as atrizes/performers Andressa Cantergiani e Carolina Pommer, a diretora de cinema Mirela Kruel e o Grupo Inclusivass de mulheres com deficiência integram o Comitê Gestor do Projeto, que tem como linhas fundamentais a transversalização de gênero, raça e direitos humanos.

Orientado pela ideia de descentralização, o Ponto de Cultura Feminista: corpo, arte e expressão percorrerá lugares por onde as suas integrantes atuam e se articulam em parcerias, fomentando as expressões locais e compartilhando saberes, tendo como foco as meninas que moram no Bairro Restinga. Transformar o mundo transformando a si mesmas é um dos fundamentos do feminismo e guiará essa trajetória.

A sede do Coletivo Feminino Plural, na Rua Andrade Neves, em Porto Alegre, tem sido utilizada como ponto de encontros do Ponto de Cultura Feminista. No entanto, um Comitê Gestor local, no Bairro Restinga, prevê a ampliação das parcerias e a escolha dos locais e espaços de referência do projeto