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Entre Meninas e Mulheres – com Enid Backes

Enid Backes é uma socióloga, feminista, militante da causa ambiental e uma das fundadoras de importantes espaços de representação das mulheres. Nesta entrevista concedida em sua casa, em Nova Petrópolis (RS), Enid fala de sua vida, seu processo de engajamento nos movimentos sociais, a importância da participação política de mulheres, sobre feminismos e esperança.

Minidocumentário realizado pelo projeto Ponto de Cultura Feminista: corpo, arte e expressão , coordenado pelo Coletivo Feminino Plural, organização não-governamental feminista de Porto Alegre, Rio Grande do Sul.

Ponto de Cultura Feminista: corpo, arte e expressão:
Execução – Coletivo Feminino Plural
Comitê Gestor – Ilê Mulher, Cirandar, Inclusivass, Mirela Kruel, Andressa Cantergiani e Carolina Pommer, Inclusivass, Rede Feminista de Saúde e Direitos Sexuais e Reprodutivos
Apoio – Rede RS dos Pontos de Cultura, Secretaria de Estado da Cultura, Turismo, Esporte e Lazer (Sedactel), Governo do Estado RS, Ministério da Cultura, Governo Federal

Encontro sobre Comunicação Feminista com Joanna Burigo, do site Casa da Mãe Joanna

Estamos ocupando as pautas dos meios de comunicação tradicionais e alternativos. Conseguimos nos unir e tomar as redes através de campanhas, como #chegadefiufiu, #meuprimeiroassédio, #meuamigosecreto e muitas outras. Mas como podemos qualificar nossa comunicação para incluir mais e mais mulheres? Qual a importância de ter autonomia para comunicar? E a relevância de fortalecer portais que trazem notícias a partir do ponto de vista das mulheres? Como pensar uma Comunicação Feminista?

Para discutir tudo isso e mais um muito, o Ponto de Cultura Feminista: corpo, arte e expressão convida a fundadora do site Casa da Mãe Joanna, Joanna Burigo para uma Roda de Conversa sobre Comunicação Feminista. O encontro acontece na segunda-feira (10 de setembro), das 14h às 17, na nossa sede – Rua General Andrade Neves, 159 / 84 – Centro de Porto Alegre.

Joanna Burigo é fundadora da Casa da Mãe Joanna, site que oferece educação e comunicação feminista sobre gênero. Atuou no mercado de publicidade e marketing no Brasil e no Reino Unido, onde também trabalhou como professora. Co-fundadora do Guerreiras Project e do Gender Hub, e coordenadora pedagógica da Emancipa Mulher.
Joanna vem se dedicando a projetos feministas desde que completou seu mestrado em Gênero Mídia e Cultura pela London School of Economics. Ela também é co-organizadora de dois livros, o Tem saída? Ensaios Críticos sobre o Brasil, e o Novas Contistas da Literatura Brasileira, lançados pela Editora Zouk, e escreve regularmente para Carta Capital.

O encontro tem vagas limitadas e as inscrições devem ser feitas através do email pontodeculturafeminista@gmail.com. Mande seu nome completo e coloque no assunto Comunicação Feminista.

A atividade é gratuita e aberta às meninas e mulheres em suas diversidades. O espaço é acessível.

Ponto de Cultura Feminista: corpo, arte e expressão:
Execução – Coletivo Feminino Plural
Comitê Gestor – Ilê Mulher, Cirandar, Inclusivass, Mirela Kruel, Andressa Cantergiani e Carolina Pommer, Inclusivass, Rede Feminista de Saúde e Direitos Sexuais e Reprodutivos
Apoio – Rede RS dos Pontos de Cultura, Secretaria de Estado da Cultura, Turismo, Esporte e Lazer (Sedactel), Governo do Estado RS, Ministério da Cultura, Governo Federal

Direitos Sexuais e Reprodutivos das Mulheres são tema de roda conversa este sábado

Vem bater um papo com a gente este sábado (23) na roda de conversa Essas Mulheres e seus Direitos Sexuais e Reprodutivos. A atividade começa às 16h na Casa de Cultura Mario Quintana e é aberto à participação de todas e todos.

Ação do Ponto de Cultura Feminista: corpo, arte e expressão, convênio entre o Coletivo Feminino Plural e o Governo do Estado RS e o Ministério da Cultura através da Lei Cultura viva.  O encontro integra a Oficina de Artes do Corpo: intervenção e performance, ministrada pelas artistas Andressa Cantergiani e Carolina Pommer.
André Musskopf – Doutor em Teologia pela Escola Superior de Teologia – EST
Íris Monteiro –  Socióloga e ativista
Liza Cenci – Formada em Direito, mulher com deficiência e Integrante do grupo Inclusivass de Mulheres com e sem deficiência
Luisa Stern – Advogada e Assessora Jurídica da ONG Igualdade RS – Associação de Travestis e Transexuais do Rio Grande do Sul
Monique Prada – Prostituta e ativista
Mediação – Renata Jardim – advogada e coordenadora do Centro de Referência para Mulheres Patrícia Esber
ERRATA: Mediação será realizada pela advogada Renata Jardim

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Hoje começam as oficinas de Teatro do Festival #ArtivismoFeminista

Hoje começam as aulas da Oficina de Artes Cênicas com Andressa Cantergiani e Carol Pommer, das 14h às 18h. Aquelas que quiserem garantir sua vaga nas Oficinas de Artes Cênicas: Teatro, performance e artivismo feminista com Andressa Cantergiani e Carol Pommer podem preencher a ficha de inscrição disponível aqui ou através do link: https://goo.gl/AsvoFC.

Os encontros iniciam nos dias 11 e 12 de março e integram o 1º Festival #ArtivismoFeminista. Após o evento, continuam ocorrendo aos sábados, nos dias 19 e 26 de março, 02, 09, 16, 23 e 30 de abril, das 14h às 18h, sempre na Sala Cecy Frank da Casa de Cultura Mário Quintana (Rua dos Andradas, 736), em Porto Alegre. As oficinas pretendem a realização de intervenções feministas em espaços públicos. A oficina é destinada a meninas e mulheres a partir de 14 anos.

Saiba mais sobre Andressa e Carol:

Andressa Cantergiani
Vive e trabalha em Porto Alegre (RS). É Mestre em 12804851_482075471990274_4969625103980509532_nPerformance pelo Programa de Comunicação e Semiótica da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (2008), com bolsa de pesquisa Capes, através do projeto “A midiatização da dor: estratégias comunicativas e resistência política”.
Bacharel em Arte Dramática pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (2004).
Foi premiada pelo MINC- CONEXÃO BRASIL CULTURA, onde realizou a performance Aterro e uma exposição de fotografia em Lisboa-Portugal. Atualmente, é artista e gestora do espaço cultural Galeria Península em Porto Alegre.
Tem experiência na área de Artes, com ênfase artes do corpo, atuando principalmente nos seguintes temas: criação artistica, linguagens híbridas, performance, vídeo, fotografia e corpomídia.

Calorina Pommer
12794451_482075475323607_5820537814871247731_nPossui graduação em Teatro pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (2008), ênfase em Interpretação Teatral. Mestrado em Saúde Coletiva – Universidade Federal do Rio Grande do Sul – 2012-2014. Faz parte do grupo Barraquatro desde 2008.
Residência Integrada em Saúde – Ênfase em Saúde Mental Coletiva. Escola de Saúde Pública/RS – 2009-2011. Foi residente do terceiro ano opcional da RIS-ESP realizando formação em Gestão da Educação em Saúde Coletiva.
Atriz e diretora do grupo de teatro Nau da Liberdade (que conta com usuários, trabalhadores e estudantes da Saúde Mental) entre 2013-2015 – premiado pelo prêmio Diversidades pelo Governo do Estado do Rio Grande do Sul.
Atriz e Preparadora corporal no projeto teatral In_Visíveis. Premiado pela FUNARTE – Vozes da Rua – Junto a pessoas em situação de rua como atores (2014-2015).

Ponto de Cultura Feminista: corpo, arte e expressão promove o 1º Festival #ArtivismoFeminista

Cartaz Ponto A3O encontro ​entre artistas e ativistas feministas e suas produções​ pode ser uma forma de promover a conscientização e empoderamento de meninas e mulheres​ quanto à sua cidadania e direitos. Acreditando nisso, o Ponto de Cultura Feminista: corpo, arte e expressão, projeto da Ong Coletivo Feminino Plural,​ em parceria com outras entidades e artistas,​ promove o seu primeiro Festival #ArtivismoFeminista​ no contexto do Dia Internacional da Mulher.​ O evento ​será ​realizado entre os dias 10 e 13 de março, na Casa de Cultura Mario Quintana. Os temas abordados são latentes no mês em que a pauta feminista ​ e de direitos das mulheres ​ganha maior visibilidade, ​enfatizando a ampliação dos direitos humanos em relação à sexualidade, violência de gênero e poder. O projeto é apoiado pela Secretaria de Cultura/Sedac e pelo Ministério da Cultura/MINC, pelas entidades Rede Feminista de Saúde, Cirandar, Grupo Inclusivass, Ilê Mulher e conta com a parceria da Casa de Cultura Mário Quintana.

O I Festival #ArtivismoFeminista contará com uma intensa programação de oficinas, rodas de conversa, aula aberta, ações de ativismo ​, e um sarau acessível denominado “Corpos DiVERSOS” sob a responsabilidade do Grupo Inclusivass de mulheres com deficiência no dia 11 às 18 horas. Esta atividade complementa a recepção à farmacêutica Maria da Penha, que estará na cidade para Seminário sobre a aplicação da Lei que leva seu nome.

Todas ações do festival são​ gratuitas,​ abertas ao público ​em geral​, mas especialmente voltado a mulheres de todas as idades. À exceção do dia 13 à tarde, onde as atividades acontecem no Parque da Redenção, todas as outras se realizam na Casa de Cultura Mario Quintana​ (Rua dos Andradas, 736). A ideia é reunir ​mulheres de diferentes regiões de Porto Alegre, etnias,  idades, identidades sexuais​ e de gênero, para conversar sobre Feminismos, Saúde e Direitos Reprodutivos, Políticas Públicas para as Mulheres e para a Cultura.

​O Manifesto que convoca a atividade afirma que “juntas, iremos proclamar que este seja um tempo de liberdade e de expressão, um tempo de viver a experiência do corpo, de vozes não silenciadas, momento de sonhar com um mundo melhor, mais justo e sincero​”. Segundo a artista visual Luisa Gabriela dos Santos, coordenadora do Ponto de Cultura Feminista Corpo Arte e Expressão, “apesar da violência, discriminação e preconceitos presentes no cotidian​o, nós mulheres​ ​resistimos e existimos plenas de potencial criador e certas de que nossa arte extravasa qualquer referencial androcêntrico​”, referindo-se ao machismo e à elevada violência de gênero ainda presente na sociedade.

Um fervo abre a programação

O ciclo de atividades começa com um Fervo Feminista – Expressões Diversas de Mulheres Artistas no dia 10 de março, às ​18h. ​Esta ação de #ArtivismoFeminista abre espaço na Travessa dos Cataventos às diversas expressões artísticas em uma proclamação para que ​”​este seja um tempo de liberdade e de expressão, de viver a experiência do corpo, de vozes não silenciadas, que possamos sonhar com um mundo melhor, mais justo e sincero​”​.

Na sexta feira, dia  11  de março ​ à tarde ​começam as oficinas de artes cênicas, em que as artistas Andressa Cantergiani e Carol Pommer irão​ trabalhar com performance e teatro​. Este curso segue nos dias 19 e 26 de março e aos sábados de abril na sala Cecy Frank da Casa de Cultura Mario Quintana. Após​ esta atividade​, às 18 horas ocorre o Sarau Inclusivass Corpos DiVERSOS , concomitante com a mostra Diálogos Mulheres que Escrevem, com a presença de mulheres e suas publicações, venda de livros e troca de ideias no Hall da Ala Leste da CCMQ.

No sábado (12) à tarde, além de oficina de artes cênicas, ​o Festival promove o diálogo sobre ​a articulação dos temas racismo e gênero com mulheres que atuam em pontos de cultura​, denominado​ Mulheres Negras e Cultura: Ativando e Fazendo Nós. ​E a partir das 19h é a vez da mostra de filmes Curta Circuita, com obras de curta metragem produzidas por ​cineastas ​mulheres e sobre mulheres. Será valorizada a produção audiovisual gaúcha e brasileira, destacando diretoras que se dedicam a temas femininos e feministas.

No último dia, domingo (13), o ponto de encontro das mulheres ​ se transfere para os Arcos da Re​denção​ (Parque Farroupilha)​, a partir das 16h.​ Ali ocorrerá uma roda de conversa ao ar livre​ sobre direitos sexuais e reprodutivos na perspectiva da diversidade sexual. O encerramento fica por conta da Intervenção Artivista resultado da Oficina de Artes Cênicas: Teatro, performance e ativismo feminista​ (Andressa Cantergiani e Carolina Pommer).​

A programação conta com a parceria das entidades que compõem o Ponto de Cultura, como  Ilê Mulher, ONG Cirandar, Grupo Inclusivass, Rede Feminista de Saúde,  Acervo Feminista Enid Backes, Fundação Luterana de Diaconia, Escola Lilás de Direitos Humanos, Núcleo de Gênero e Religião da EST, artistas Andressa Cantergiani, Carolina Pommer, Mirela Kruel, e mais a Rede Lilás – GT Prevenção, educação e cultura, Rede Pontos de Cultura RS, Casa de Cultura Mario Quintana, Secretaria de Estado da Cultura RS, Ministério da Cultura/MINC, Biblioteca Pública de São Leopoldo, Rumo Norte e
Movimento SuperAção.

Programação completa do Festival do Ponto de Cultura Feminista: Corpo, Arte e Expressão – #artivismofeminista

Dia 10 de março de 2016 (quinta-feira)
18h30 – Abertura do Festival – Aula aberta sobre Feminismos com Télia Negrão (Rede Feminista) e Maria Luisa Pereira de Oliveira (plataforma Dhesca Brasil) – Local: Travessa dos Cataventos (CCMQ)
20h – Fervo Feminista – Expressões diversas de mulheres artistas – Local: Travessa dos Cataventos (CCMQ)
PÚBLICO: atividades são destinadas a um público misto

Dia 11 de março de 2016 (sexta-feira)
14h – Abertura da oficina de artes cênicas: Teatro, performance e artivismo feminista com Andressa Cantergiani e Carol Pommer. As oficinas seguem nos dias – 19 e 26 de março e 02, 09, 16, 23 e 30 de abril (sábados) – das 14h às 18h – Local: Sala Cecy Frank (CCMQ)
18h – Sarau Inclusivass: Corpos DiVERSOS + Diálogos Mulheres que escrevem com a presença de mulheres e suas publicações, venda de livros e troca de ideias. Local: Hall da Ala Leste (CCMQ)
PÚBLICO: A oficina é destinada ao público de mulheres; o Sarau é aberto a um público misto.

Dia 12 de março de 2016 (sábado)
14h – 2º dia de oficina de artes cênicas: Teatro, performance e artivismo feminista com Andressa Cantergiani e Carolina Pommer Local: Sala Cecy Frank (CCMQ)
17h – Mulheres Negras e Cultura: ativando e fazendo nós – Diálogos sobre raça e mulheres desde os pontos de cultura. Local: Auditório Luis Cosme(CCMQ)
19h – Curta Circuita – Mostra de filmes de curta metragem produzidos por mulheres e sobre mulheres.Local: Auditório Luis Cosme (CCMQ)
PÚBLICO: A oficina é destinada ao público de mulheres; as outras atividades são para público misto.

Dia 13 de março de 2016 (domingo)
16h – Essas Mulheres e seus direitos sexuais e reprodutivos. Roda de conversa sobre direitos sexuais e reprodutivos na perspectiva da diversidade sexual. Local: Parque da Redenção – Concentração nos Arcos.
18h30 – Intervenção Artivista da oficina de artes cênicas: Teatro, performance e ativismo feminista
PÚBLICO: as duas atividades são destinadas a um público misto.

Confira também a programação completa do Coletivo Feminino Plural e parcerias para o mês de março.

Restinga sedia a II Roda de Conversa sobre Feminismos e Relações de Gênero

11218455_426924627505359_918764659499655766_nO Ponto de Cultura Feminista: corpo, arte e expressão realiza mais uma série de ações na Restinga, na próxima terça-feira (8 de setembro de 2015), das 14h30min às 17h30min, acontece a II Roda de Conversa sobre Feminismos e Relações de Gênero. Neste mesmo dia serão realizadas inscrições para oficina de grafite, destinada apenas para meninas, com a Grafiteira Gabee Mérqs, de Santa Maria. As oficinas terão início no dia 14 de setembro de 2015 e acontecem às segundas e terças, na sede
da Associação Chácara do Banco, na Restinga.

A associação, localizada na Travessa F. nº 20, Restinga, integra o Comitê Gestor Local do projeto e será palco de encontro entre mulheres artistas/ativistas e jovens moradoras da comunidade.

A roda de conversa contará com a presença da Antropóloga Leina Peres, do Coletivo Feminino Plural, da MC Flor do Guetto, representante da Frente Nacional de Mulheres no Hip-Hop e da Grafiteira Gabee Mérqs, de Santa Maria. Com o objetivo de fortalecer as mulheres para sua autonomia e exercício dos direitos humanos e cidadania as ações do projeto focam na transversalização de gênero e raça e direitos humanos, abordando o corpo das mulheres como um espaço revestido de sem tidos historicamente construídos.

Oficina de Break para meninas deu início as ações de Hip-Hop feminino, em parceria com a Frente Nacional de Mulheres no Hip-Hop, ministradas pela Bgirl Ceia Santos. Entre os meses de junho e julho de 2015, mais de 20 meninas participaram dos encontros na Escola Alberto Pasqualini. No mês de setembro iniciam as oficinas de Grafite e em outubro serão realizadas a oficina de MC e uma intervenção na Esplanada da Restinga, atividades que encerram as ações de Hip-Hop, nesta primeira etapa.

O projeto, coordenado pelo Coletivo Feminino Plural é um convênio realizado entre o Governo do Estado do Rio Grande do Sul, através da Secretaria de Cultura do Estado, e o Ministério da Cultura Federal através da Lei Cultura Viva. Contemplado no Edital 11/2012 da “Rede RS de Pontos de Cultura”, o projeto visa integrar inúmeras agentes sociais com forte presença cultural e inseridas em diversificadas áreas de atuação para a promoção de ações de formação e difusão da arte e da cultura numa perspectiva feminista.

Atividades gratuitas

Sobre o Ponto de Cultura

O Ponto de Cultura Feminista: corpo, arte e expressão é um projeto coordenado pela ONG Coletivo Feminino Plural em parceria com outras entidades e produtoras culturais. Integra a Rede Nacional dos Pontos de Cultura e surge através do desejo de acionar o corpo, em especial o corpo das mulheres, como território de múltiplas possibilidades de expressão. Os direitos sexuais e reprodutivos são trazidos para a cena como vetores para questionar a secular tentativa de destituição da autonomia das mulheres de explorar o corpo na perspectiva de sua autodeterminação como sujeito.

Serão provocadas ações (através de oficinas, saraus, apresentações e ativismo) que interpelem as desigualdades produzidas historicamente e mantidas pelos padrões culturais. O público alvo são mulheres que tenham interesse em fruir, promover e viver a arte e seus corpos para além das convenções e imposições que a cultura machista reverbera cotidianamente.

O projeto originou-se do convênio entre o Governo do Estado do Rio Grande do Sul, através da Secretaria de Cultura do Estado, e o Ministério da Cultura, com a Lei Cultura Viva, contemplado no Edital 11/2012 da “Rede RS de Pontos de Cultura”. O Coletivo Feminino Plural, a Frente Nacional de Mulheres no Hip Hop, a ONG Cirandar, a Associação Cultural Beneficente Ilê Mulher, a Rede Feminista de Saúde Direitos Sexuais e Direitos Reprodutivos, as atrizes/performers Andressa Cantergiani e Carolina Pommer, a diretora de cinema Mirela Kruel e o Grupo Inclusivass de mulheres com deficiência integram o Comitê Gestor do Projeto, que tem como linhas fundamentais a transversalização de gênero, raça e direitos humanos.

Orientado pela ideia de descentralização, o Ponto de Cultura Feminista: corpo, arte e expressão percorrerá lugares por onde as suas integrantes atuam e se articulam em parcerias, fomentando as expressões locais e compartilhando saberes, tendo como foco as meninas que moram no Bairro Restinga. Transformar o mundo transformando a si mesmas é um dos fundamentos do feminismo e guiará essa trajetória.

A sede do Coletivo Feminino Plural, na Rua Andrade Neves, em Porto Alegre, tem sido utilizada como ponto de encontros do Ponto de Cultura Feminista. No entanto, um Comitê Gestor local, no Bairro Restinga, prevê a ampliação das parcerias e a escolha dos locais e espaços de referência do projeto

Ato marca a abertura da Conferência Municipal de Políticas para as Mulheres da Capital

Um ato marcou a abertura da Conferência Municipal de Políticas para as Mulheres de Porto Alegre. A manifestação fez alusão ao femicídio que ocorreu em São Leopoldo no começo desse mês. Durante o ato, as participantes fizeram um manifesto à favor da vida, usando o caso recente como símbolo da violência enfrentada pelas meninas e mulheres.

Na foto, Luisa Gabriela com as mãos atadas em alusão à jovem que teve as mãos cortadas pelo companheiro
Na foto, Luisa Gabriela com as mãos atadas em alusão à jovem que teve as mãos cortadas pelo companheiro

“‘A violência contra a mulher é considerada comum e a gente não pode permitir isso’, afirmou Luisa Gabriela, uma das organizadoras do ato e representante do coletivo Ponto de Cultura Feminista. Enquanto um grupo de mulheres exibia as mãos enfaixadas, outras levantavam cartazes defendendo mais políticas públicas para o segmento e também o retorno da Secretaria Estadual de Políticas para Mulheres (SPM) extinta pelo governo José Ivo Sartori (PMDB).”

Mais informações na matéria do portal Sul 21.

Roda de Conversa marca encerramento da oficina de Break

11731821_409911632539992_7727894395291436141_oHoje à tarde as mais novas B-Girls da Restinga irão participar de uma Roda de Conversa sobre feminismos, corpo, arte e expressão no encerramento da oficina de Break realizada na Escola Alberto Pasqualini.

A atividade é voltada às meninas e mulheres em geral (inclusive as que não se inscreveram na oficina) e ocorre na Escola Municipal Alberto Pasqualini (Tenente Arizoly Fagundes, 250), a partir das 16h.

A roda de conversa marca o encerramento do primeiro de quatro módulos de oficinas ligadas ao Hip-Hop. A oficina de B-Girls foi ministrada pela Bgirlceia Santos, integrante da Frente Nacional de Mulheres no Hip-Hop, uma das nossas grandes parceiras no ponto e moradora da comunidade. O grupo de Break é fruto, também, da parceria com a Escola Alberto Pasqualini e o comitê-gestor local na Resinga.

Esta é uma das muitas ações do Ponto de Cultura Feminista: corpo, arte e expressão na Restinga. Você fica por dentro de todas que ainda estão por vir aqui.

Serviço:
O quê? Roda de conversa sobre feminismos, corpo, arte e expressão na Restinga
Onde? Escola Municipal Alberto Pasqualini (Tenente Arizoly Fagundes, 250)
Quando? 16 de julho de 2015, às 16h
Chega mais!

Feminário marca lançamento do Ponto de Cultura Feminista: corpo, arte e expressão

No Dia Internacional de Ação pela Saúde da Mulher, 28 de maio, acontece em Porto Alegre o lançamento do Ponto de Cultura Feminista: corpo, arte e expressão. O projeto, coordenado pela ONG Coletivo Feminino Plural, faz parte da Rede Nacional dos Pontos de Cultura e visa a integrar artistas e produtoras com forte presença cultural e inseridas em diferentes áreas de atuação. Além disso, quer promover ações de formação e difusão da arte e da cultura a partir de uma perspectiva feminista. O trabalho terá como foco inicial ações na comunidade da Restinga, com oficinas que abordam o corpo feminino como território de sentidos historicamente construídos, e atividades no centro da Capital em torno do Acervo Especializado e ações de ativismo digital. No lançamento, será aberto um “Feminário”, que marca o início das atividades de formação do Ponto.

No dia 28, a programação tem início às 18h30, na sala A2B2 da Casa de Cultura Mario Quintana (Rua dos Andradas, 736), com a performance “Aterro” da artista Andressa Cantergiani. A abertura contará com representantes do Ministério da Cultura e da Secretaria Estadual da Cultura RS, Frente Nacional de Mulheres no Hip Hop, ONG Cirandar, Ilê Mulher, Rede Feminista de Saúde e Direitos Sexuais e Reprodutivos e das artistas Carolina Pommer, Andressa Cantergiani e Mirela Kruel.  Nesta noite, serão lançados ainda o folder do grupo Inclusivass (organização de mulheres com deficiência) e o Almanaque “Ah…então sou feminista!” da Rede Feminista.

Além do lançamento do Ponto, também serão realizadas outras atividades ao final do mês de maio e durante o mês de junho, que integram o “Feminário Por uma cultura feminista: transformar o mundo transformando a si mesm@s”. No dia 10 de junho, às 19 horas, ocorre a mesa com tema “Corpo, autonomia e expressão numa perspectiva feminista”, tendo como convidadas Maria Luisa de Oliveira (Plataforma Brasil de Direitos Humanos), Rosmari Castilhos (Campanha por uma Convenção dos Direitos sexuais e Direitos Reprodutivos), Maria Fernanda Salaberry (Coletivo de Mulheres da UFRGS), André Muskopf (Escola Superior de Teologia) e Carol Santos (grupo Inclusivass de Mulheres com Deficiência), aberta ao público.

As oficinas tem vagas limitadas e as inscrições devem ser feitas pelo email  pontodeculturafeminista@gmail.com.

Confira a programação completa do Feminário Por uma cultura feminista: transformar o mundo transformando a si mesm@s:

28/05 – Lançamento do Ponto de Cultura feminista: arte, corpo e expressão
18h30 – Performance “Aterro” de Andressa Cantergiani
19h – Mesa de abertura e Lançamento do Projeto Ponto de Cultura Feminista: corpo, arte e expressão – Lançamento da Carta das Mulheres com deficiência do Coletivo Inclusivass e Lançamento do Almanaque da Rede Feminista de Saúde e Direitos Sexuais e Reprodutivos.

30/05 – Oficina “Arte numa perspectiva feminista” (vagas limitadas)
10h às 12h – Taís Ritter Dias (educadora das artes visuais), Roberta Mello e Maria Fernanda Viegas (jornalista e educadora da ONG Cirandar)
14h às 17h – Malu Viana (MC e ativista da Frente Nacional de Mulheres no Hip Hop) e Andressa Cantergiani (atriz/performer)
Local: Sala A2B2, da Casa de Cultura Mario Quinta

10/06, 19h – Mesa “Corpo, autonomia e expressão numa perspectiva feminista” (aberto ao público)
Maria Luisa de Oliveira (Mestre em saúde Coletiva e integrante da Plataforma Brasil de Direitos Humanos/ONG Sempre Mulher)
Rose Castilhos (Campanha por uma Convenção dos Direitos Sexuais e Direitos Reprodutivos/Ilê Mulher)
Carol Santos (Coordenadora do Grupo Inclusivasde Mulheres com deficiência)
Maria Fernanda Geruntho Salaberry (Coletivo de Mulheres da UFRGS, Rede Relações Livres e Marcha das Vadias)
André Musskopf (Escola Superior de Teologia – EST)
Local: Sala A2B2, da Casa de Cultura Mario Quinta

13/06: Oficina “ Corpo, autonomia e expressão numa perspectiva feminista” (vagas limitadas)
10h às 12h: “O corpo numa perspectiva antropológica”, com Fernanda Tussi (antropóloga); “Corpo violado, violência e saúde mental”, com Carol Mombach (estudante de psicologia);
14h às 17h: “O corpo da dança”, com Ceia Santos (Bgirl), e “Corpo: do estético ao político a partir do uso de turbantes”, com Vanessa Silva – é necessário levar tecidos para fazer turbantes.
Local: Sala A2B2, da Casa de Cultura Mario Quinta

17/06, 19h – Oficina de trabalho com tema “Expressão” (vagas limitadas)
Perspectivas teóricas de vídeo com Mirela Kruel (diretora de cinema).

24/06, 19h – Oficina de trabalho com tema “Expressão” (vagas limitadas)
Oficina prática de vídeo (ministrante a confirmar)
Local: Sala A2B2, da Casa de Cultura Mario Quintana