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Encontro sobre Comunicação Feminista com Joanna Burigo, do site Casa da Mãe Joanna

Estamos ocupando as pautas dos meios de comunicação tradicionais e alternativos. Conseguimos nos unir e tomar as redes através de campanhas, como #chegadefiufiu, #meuprimeiroassédio, #meuamigosecreto e muitas outras. Mas como podemos qualificar nossa comunicação para incluir mais e mais mulheres? Qual a importância de ter autonomia para comunicar? E a relevância de fortalecer portais que trazem notícias a partir do ponto de vista das mulheres? Como pensar uma Comunicação Feminista?

Para discutir tudo isso e mais um muito, o Ponto de Cultura Feminista: corpo, arte e expressão convida a fundadora do site Casa da Mãe Joanna, Joanna Burigo para uma Roda de Conversa sobre Comunicação Feminista. O encontro acontece na segunda-feira (10 de setembro), das 14h às 17, na nossa sede – Rua General Andrade Neves, 159 / 84 – Centro de Porto Alegre.

Joanna Burigo é fundadora da Casa da Mãe Joanna, site que oferece educação e comunicação feminista sobre gênero. Atuou no mercado de publicidade e marketing no Brasil e no Reino Unido, onde também trabalhou como professora. Co-fundadora do Guerreiras Project e do Gender Hub, e coordenadora pedagógica da Emancipa Mulher.
Joanna vem se dedicando a projetos feministas desde que completou seu mestrado em Gênero Mídia e Cultura pela London School of Economics. Ela também é co-organizadora de dois livros, o Tem saída? Ensaios Críticos sobre o Brasil, e o Novas Contistas da Literatura Brasileira, lançados pela Editora Zouk, e escreve regularmente para Carta Capital.

O encontro tem vagas limitadas e as inscrições devem ser feitas através do email pontodeculturafeminista@gmail.com. Mande seu nome completo e coloque no assunto Comunicação Feminista.

A atividade é gratuita e aberta às meninas e mulheres em suas diversidades. O espaço é acessível.

Ponto de Cultura Feminista: corpo, arte e expressão:
Execução – Coletivo Feminino Plural
Comitê Gestor – Ilê Mulher, Cirandar, Inclusivass, Mirela Kruel, Andressa Cantergiani e Carolina Pommer, Inclusivass, Rede Feminista de Saúde e Direitos Sexuais e Reprodutivos
Apoio – Rede RS dos Pontos de Cultura, Secretaria de Estado da Cultura, Turismo, Esporte e Lazer (Sedactel), Governo do Estado RS, Ministério da Cultura, Governo Federal

Ponto de Cultura Feminista: corpo, arte e expressão promove o 1º Festival #ArtivismoFeminista

Cartaz Ponto A3O encontro ​entre artistas e ativistas feministas e suas produções​ pode ser uma forma de promover a conscientização e empoderamento de meninas e mulheres​ quanto à sua cidadania e direitos. Acreditando nisso, o Ponto de Cultura Feminista: corpo, arte e expressão, projeto da Ong Coletivo Feminino Plural,​ em parceria com outras entidades e artistas,​ promove o seu primeiro Festival #ArtivismoFeminista​ no contexto do Dia Internacional da Mulher.​ O evento ​será ​realizado entre os dias 10 e 13 de março, na Casa de Cultura Mario Quintana. Os temas abordados são latentes no mês em que a pauta feminista ​ e de direitos das mulheres ​ganha maior visibilidade, ​enfatizando a ampliação dos direitos humanos em relação à sexualidade, violência de gênero e poder. O projeto é apoiado pela Secretaria de Cultura/Sedac e pelo Ministério da Cultura/MINC, pelas entidades Rede Feminista de Saúde, Cirandar, Grupo Inclusivass, Ilê Mulher e conta com a parceria da Casa de Cultura Mário Quintana.

O I Festival #ArtivismoFeminista contará com uma intensa programação de oficinas, rodas de conversa, aula aberta, ações de ativismo ​, e um sarau acessível denominado “Corpos DiVERSOS” sob a responsabilidade do Grupo Inclusivass de mulheres com deficiência no dia 11 às 18 horas. Esta atividade complementa a recepção à farmacêutica Maria da Penha, que estará na cidade para Seminário sobre a aplicação da Lei que leva seu nome.

Todas ações do festival são​ gratuitas,​ abertas ao público ​em geral​, mas especialmente voltado a mulheres de todas as idades. À exceção do dia 13 à tarde, onde as atividades acontecem no Parque da Redenção, todas as outras se realizam na Casa de Cultura Mario Quintana​ (Rua dos Andradas, 736). A ideia é reunir ​mulheres de diferentes regiões de Porto Alegre, etnias,  idades, identidades sexuais​ e de gênero, para conversar sobre Feminismos, Saúde e Direitos Reprodutivos, Políticas Públicas para as Mulheres e para a Cultura.

​O Manifesto que convoca a atividade afirma que “juntas, iremos proclamar que este seja um tempo de liberdade e de expressão, um tempo de viver a experiência do corpo, de vozes não silenciadas, momento de sonhar com um mundo melhor, mais justo e sincero​”. Segundo a artista visual Luisa Gabriela dos Santos, coordenadora do Ponto de Cultura Feminista Corpo Arte e Expressão, “apesar da violência, discriminação e preconceitos presentes no cotidian​o, nós mulheres​ ​resistimos e existimos plenas de potencial criador e certas de que nossa arte extravasa qualquer referencial androcêntrico​”, referindo-se ao machismo e à elevada violência de gênero ainda presente na sociedade.

Um fervo abre a programação

O ciclo de atividades começa com um Fervo Feminista – Expressões Diversas de Mulheres Artistas no dia 10 de março, às ​18h. ​Esta ação de #ArtivismoFeminista abre espaço na Travessa dos Cataventos às diversas expressões artísticas em uma proclamação para que ​”​este seja um tempo de liberdade e de expressão, de viver a experiência do corpo, de vozes não silenciadas, que possamos sonhar com um mundo melhor, mais justo e sincero​”​.

Na sexta feira, dia  11  de março ​ à tarde ​começam as oficinas de artes cênicas, em que as artistas Andressa Cantergiani e Carol Pommer irão​ trabalhar com performance e teatro​. Este curso segue nos dias 19 e 26 de março e aos sábados de abril na sala Cecy Frank da Casa de Cultura Mario Quintana. Após​ esta atividade​, às 18 horas ocorre o Sarau Inclusivass Corpos DiVERSOS , concomitante com a mostra Diálogos Mulheres que Escrevem, com a presença de mulheres e suas publicações, venda de livros e troca de ideias no Hall da Ala Leste da CCMQ.

No sábado (12) à tarde, além de oficina de artes cênicas, ​o Festival promove o diálogo sobre ​a articulação dos temas racismo e gênero com mulheres que atuam em pontos de cultura​, denominado​ Mulheres Negras e Cultura: Ativando e Fazendo Nós. ​E a partir das 19h é a vez da mostra de filmes Curta Circuita, com obras de curta metragem produzidas por ​cineastas ​mulheres e sobre mulheres. Será valorizada a produção audiovisual gaúcha e brasileira, destacando diretoras que se dedicam a temas femininos e feministas.

No último dia, domingo (13), o ponto de encontro das mulheres ​ se transfere para os Arcos da Re​denção​ (Parque Farroupilha)​, a partir das 16h.​ Ali ocorrerá uma roda de conversa ao ar livre​ sobre direitos sexuais e reprodutivos na perspectiva da diversidade sexual. O encerramento fica por conta da Intervenção Artivista resultado da Oficina de Artes Cênicas: Teatro, performance e ativismo feminista​ (Andressa Cantergiani e Carolina Pommer).​

A programação conta com a parceria das entidades que compõem o Ponto de Cultura, como  Ilê Mulher, ONG Cirandar, Grupo Inclusivass, Rede Feminista de Saúde,  Acervo Feminista Enid Backes, Fundação Luterana de Diaconia, Escola Lilás de Direitos Humanos, Núcleo de Gênero e Religião da EST, artistas Andressa Cantergiani, Carolina Pommer, Mirela Kruel, e mais a Rede Lilás – GT Prevenção, educação e cultura, Rede Pontos de Cultura RS, Casa de Cultura Mario Quintana, Secretaria de Estado da Cultura RS, Ministério da Cultura/MINC, Biblioteca Pública de São Leopoldo, Rumo Norte e
Movimento SuperAção.

Programação completa do Festival do Ponto de Cultura Feminista: Corpo, Arte e Expressão – #artivismofeminista

Dia 10 de março de 2016 (quinta-feira)
18h30 – Abertura do Festival – Aula aberta sobre Feminismos com Télia Negrão (Rede Feminista) e Maria Luisa Pereira de Oliveira (plataforma Dhesca Brasil) – Local: Travessa dos Cataventos (CCMQ)
20h – Fervo Feminista – Expressões diversas de mulheres artistas – Local: Travessa dos Cataventos (CCMQ)
PÚBLICO: atividades são destinadas a um público misto

Dia 11 de março de 2016 (sexta-feira)
14h – Abertura da oficina de artes cênicas: Teatro, performance e artivismo feminista com Andressa Cantergiani e Carol Pommer. As oficinas seguem nos dias – 19 e 26 de março e 02, 09, 16, 23 e 30 de abril (sábados) – das 14h às 18h – Local: Sala Cecy Frank (CCMQ)
18h – Sarau Inclusivass: Corpos DiVERSOS + Diálogos Mulheres que escrevem com a presença de mulheres e suas publicações, venda de livros e troca de ideias. Local: Hall da Ala Leste (CCMQ)
PÚBLICO: A oficina é destinada ao público de mulheres; o Sarau é aberto a um público misto.

Dia 12 de março de 2016 (sábado)
14h – 2º dia de oficina de artes cênicas: Teatro, performance e artivismo feminista com Andressa Cantergiani e Carolina Pommer Local: Sala Cecy Frank (CCMQ)
17h – Mulheres Negras e Cultura: ativando e fazendo nós – Diálogos sobre raça e mulheres desde os pontos de cultura. Local: Auditório Luis Cosme(CCMQ)
19h – Curta Circuita – Mostra de filmes de curta metragem produzidos por mulheres e sobre mulheres.Local: Auditório Luis Cosme (CCMQ)
PÚBLICO: A oficina é destinada ao público de mulheres; as outras atividades são para público misto.

Dia 13 de março de 2016 (domingo)
16h – Essas Mulheres e seus direitos sexuais e reprodutivos. Roda de conversa sobre direitos sexuais e reprodutivos na perspectiva da diversidade sexual. Local: Parque da Redenção – Concentração nos Arcos.
18h30 – Intervenção Artivista da oficina de artes cênicas: Teatro, performance e ativismo feminista
PÚBLICO: as duas atividades são destinadas a um público misto.

Confira também a programação completa do Coletivo Feminino Plural e parcerias para o mês de março.

Roda de Conversa marca abertura de inscrições para Oficina de Grafite

Na terça-feira (8 de setembro) aconteceu a 2ª Roda de Conversa sobre Feminismos e Relações de Gênero promovida pelo Ponto de Cultura Feminista: corpo, arte e expressão na Restinga. Desta vez, o encontro ocorreu na Associação Chácara do Banco, nossa parceira de todas as horas e integrante do comitê-gestor local, e marcou, ainda, a abertura de inscrições para as Oficinas de Grafite, com a grafiteira Gabee Mérrqs, da Frente Nacional de Mulheres do Hip Hop Sul (FNMHHSul).

A roda de conversa contou com a presença da Antropóloga Leina Peres, do Coletivo Feminino Plural, da MC Flor do Guetto, representante da Frente Nacional de Mulheres no Hip-Hop e da Grafiteira Gabee Mérrqs, de Santa Maria. A roda de conversa busca formar meninas e mulheres nos feminismos e criar um espaço de liberdade para a discussão de temas levados pelas integrantes do comitê-gestor do Ponto de Cultura Feminista, mas também sugeridos pelas participantes.

As ações do projeto (oficinas, saraus, apresentações e ações de ativismo) são focadas em interpelar as desigualdades produzidas historicamente e mantidas pelos padrões culturais. O público alvo são todas as meninas e mulheres que tenham interesse em fruir, promover e viver a arte e seus corpos para além das convenções e imposições que a cultura machista reverbera cotidianamente.

Oficinas de Grafite

As oficinas ocorrem nos dias 27 de setembro,  3 e 4 de outubro e 11 de outubro, das 10h às 17h, na sede da Associação Chácara do Banco (Travessa F. nº 20), na Restinga.

Quem quiser mais informações sobre os encontros pode mandar email para pontodeculturafeminista@gmail.com ou comunicapontodecultura@gmail.com.

Roda de conversa e oficina de grafite começam hoje

Malu Viana, Gabee Mérrqs e Luisa Gabriela já estão prontas para a 2ª Roda de Conversa sobre Feminismos e Relações de Gênero que rola hoje na Restinga e lança as Oficinas de Grafite na comunidade. O encontro acontece na sede da Associação Chácara do Banco (Travessa F, n.º 20 Associação Chácara do Banco), das 14h às 17h.

Se liga, mulherada. É só chegar!

Malu Viana, Gabee Mérrqs, Luisa Gabriela 2Malu Viana, Gabee Mérrqs, Luisa Gabriela

Restinga sedia a II Roda de Conversa sobre Feminismos e Relações de Gênero

11218455_426924627505359_918764659499655766_nO Ponto de Cultura Feminista: corpo, arte e expressão realiza mais uma série de ações na Restinga, na próxima terça-feira (8 de setembro de 2015), das 14h30min às 17h30min, acontece a II Roda de Conversa sobre Feminismos e Relações de Gênero. Neste mesmo dia serão realizadas inscrições para oficina de grafite, destinada apenas para meninas, com a Grafiteira Gabee Mérqs, de Santa Maria. As oficinas terão início no dia 14 de setembro de 2015 e acontecem às segundas e terças, na sede
da Associação Chácara do Banco, na Restinga.

A associação, localizada na Travessa F. nº 20, Restinga, integra o Comitê Gestor Local do projeto e será palco de encontro entre mulheres artistas/ativistas e jovens moradoras da comunidade.

A roda de conversa contará com a presença da Antropóloga Leina Peres, do Coletivo Feminino Plural, da MC Flor do Guetto, representante da Frente Nacional de Mulheres no Hip-Hop e da Grafiteira Gabee Mérqs, de Santa Maria. Com o objetivo de fortalecer as mulheres para sua autonomia e exercício dos direitos humanos e cidadania as ações do projeto focam na transversalização de gênero e raça e direitos humanos, abordando o corpo das mulheres como um espaço revestido de sem tidos historicamente construídos.

Oficina de Break para meninas deu início as ações de Hip-Hop feminino, em parceria com a Frente Nacional de Mulheres no Hip-Hop, ministradas pela Bgirl Ceia Santos. Entre os meses de junho e julho de 2015, mais de 20 meninas participaram dos encontros na Escola Alberto Pasqualini. No mês de setembro iniciam as oficinas de Grafite e em outubro serão realizadas a oficina de MC e uma intervenção na Esplanada da Restinga, atividades que encerram as ações de Hip-Hop, nesta primeira etapa.

O projeto, coordenado pelo Coletivo Feminino Plural é um convênio realizado entre o Governo do Estado do Rio Grande do Sul, através da Secretaria de Cultura do Estado, e o Ministério da Cultura Federal através da Lei Cultura Viva. Contemplado no Edital 11/2012 da “Rede RS de Pontos de Cultura”, o projeto visa integrar inúmeras agentes sociais com forte presença cultural e inseridas em diversificadas áreas de atuação para a promoção de ações de formação e difusão da arte e da cultura numa perspectiva feminista.

Atividades gratuitas

Sobre o Ponto de Cultura

O Ponto de Cultura Feminista: corpo, arte e expressão é um projeto coordenado pela ONG Coletivo Feminino Plural em parceria com outras entidades e produtoras culturais. Integra a Rede Nacional dos Pontos de Cultura e surge através do desejo de acionar o corpo, em especial o corpo das mulheres, como território de múltiplas possibilidades de expressão. Os direitos sexuais e reprodutivos são trazidos para a cena como vetores para questionar a secular tentativa de destituição da autonomia das mulheres de explorar o corpo na perspectiva de sua autodeterminação como sujeito.

Serão provocadas ações (através de oficinas, saraus, apresentações e ativismo) que interpelem as desigualdades produzidas historicamente e mantidas pelos padrões culturais. O público alvo são mulheres que tenham interesse em fruir, promover e viver a arte e seus corpos para além das convenções e imposições que a cultura machista reverbera cotidianamente.

O projeto originou-se do convênio entre o Governo do Estado do Rio Grande do Sul, através da Secretaria de Cultura do Estado, e o Ministério da Cultura, com a Lei Cultura Viva, contemplado no Edital 11/2012 da “Rede RS de Pontos de Cultura”. O Coletivo Feminino Plural, a Frente Nacional de Mulheres no Hip Hop, a ONG Cirandar, a Associação Cultural Beneficente Ilê Mulher, a Rede Feminista de Saúde Direitos Sexuais e Direitos Reprodutivos, as atrizes/performers Andressa Cantergiani e Carolina Pommer, a diretora de cinema Mirela Kruel e o Grupo Inclusivass de mulheres com deficiência integram o Comitê Gestor do Projeto, que tem como linhas fundamentais a transversalização de gênero, raça e direitos humanos.

Orientado pela ideia de descentralização, o Ponto de Cultura Feminista: corpo, arte e expressão percorrerá lugares por onde as suas integrantes atuam e se articulam em parcerias, fomentando as expressões locais e compartilhando saberes, tendo como foco as meninas que moram no Bairro Restinga. Transformar o mundo transformando a si mesmas é um dos fundamentos do feminismo e guiará essa trajetória.

A sede do Coletivo Feminino Plural, na Rua Andrade Neves, em Porto Alegre, tem sido utilizada como ponto de encontros do Ponto de Cultura Feminista. No entanto, um Comitê Gestor local, no Bairro Restinga, prevê a ampliação das parcerias e a escolha dos locais e espaços de referência do projeto

Roda de Conversa marca encerramento da oficina de Break

11731821_409911632539992_7727894395291436141_oHoje à tarde as mais novas B-Girls da Restinga irão participar de uma Roda de Conversa sobre feminismos, corpo, arte e expressão no encerramento da oficina de Break realizada na Escola Alberto Pasqualini.

A atividade é voltada às meninas e mulheres em geral (inclusive as que não se inscreveram na oficina) e ocorre na Escola Municipal Alberto Pasqualini (Tenente Arizoly Fagundes, 250), a partir das 16h.

A roda de conversa marca o encerramento do primeiro de quatro módulos de oficinas ligadas ao Hip-Hop. A oficina de B-Girls foi ministrada pela Bgirlceia Santos, integrante da Frente Nacional de Mulheres no Hip-Hop, uma das nossas grandes parceiras no ponto e moradora da comunidade. O grupo de Break é fruto, também, da parceria com a Escola Alberto Pasqualini e o comitê-gestor local na Resinga.

Esta é uma das muitas ações do Ponto de Cultura Feminista: corpo, arte e expressão na Restinga. Você fica por dentro de todas que ainda estão por vir aqui.

Serviço:
O quê? Roda de conversa sobre feminismos, corpo, arte e expressão na Restinga
Onde? Escola Municipal Alberto Pasqualini (Tenente Arizoly Fagundes, 250)
Quando? 16 de julho de 2015, às 16h
Chega mais!