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Cinema pra resistir e transformar

Em tempo de Mulher Maravilha, é sempre bom resgatar aquela listinha de bons filmes, entre muitos outros que estão por aí. Essas aqui são histórias reais, dramas políticos e lutas contra o preconceito – que mostram a importância do feminismo. Confira! Aliás, veja tudo, forme sua análise.

Histórias Cruzadas (“The Help”, em inglês)

‘Histórias Cruzadas’, de Tate Taylor | 2011: Foca nas histórias de mulheres afrodescendentes nos Estados Unidos na década de 1960, as quais tinham que abandonar suas famílias para servir a elite branca local. No filme, uma das mulheres da elite as entrevista para mostrar ao mundo suas histórias. Protagonizado por Viola Davis, Octavia Spencer, Emma Stone e Bryce Dallas Howard.

‘As Sufragistas’, de Sarah Gavron | 2015

Conta o movimento feminista do início do século XX na Inglaterra, quando as mulheres estavam lutando para conseguir seus direitos de voto e melhores condições de vida. O movimento ficou conhecido como sufragista e conquistou vários direitos femininos. Estrelado por Helena Bonham Carter, Carey Mulligan e Meryl Streep.

A Cor Púrpura (“The Color Purple”, em inglês)

‘A Cor Púrpura’, de Steven Spielberg | 1985: Relata a história de Celie, inicialmente com 14 anos, durante 40 anos de sua vida. Em sua juventude, era violentada pelo pai, chegando a dar à luz duas crianças antes de se tornar estéril. A personagem vive um drama no qual é separada dos filhos, além de ser tratada de forma ambígua – como escrava e companheira.

Ela compartilha seu sofrimento em cartas e, com tempo, se revolta com sua situação – em uma época em que as mulheres negras eram consideradas cidadãs de segunda classe – e toma consciência do seu valor e das possibilidades que o mundo lhe oferece. Oprah Winfrey, Whoopi Goldberg e Danny Glover estão no elenco.

Thelma & Louise (“Thelma & Louise”, em inglês)

‘Thelma & Louise’, de Ridley Scott | 1991: Um clássico do cinema. Dirigido por Ridley Scott e escrito pela cineasta Callie Khouri, o filme mostra a história das amigas Thelma (Geena Davis) e Louise (Susan Sarandon), que deixam suas vidas antigas para trás e põem o pé na estrada, encontrando todo os tipos de sexismo possíveis ao longo de sua jornada.

‘Erin Brockovich: Uma Mulher de Talento’, de Steven Soderbergh | 2000

Dramatização da história real de Erin Brockovich (Julia Roberts), que lutou contra a empresa de energia Pacific Gas and Electric Company (PG&E) ao descobrir que a água de uma cidade no deserto estava sendo contaminada e espalhando doenças entre seus habitantes.

Livre (“Wild”, em inglês)

‘Livre’, de Jean-Marc Valléé | 2014: Perder a mãe, superar um divórcio e vencer o vício das drogas são ótimos ingredientes para descrever alguém que tem coragem de encarar de frente os problemas.

Em “Livre”, Cheryl Strayed (Reese Witherspoon) decide mudar e investe em um novo recomeço em meio à natureza. Em busca de sua identidade e de um sentido para a vida, ela viaja 4.200 quilômetros por toda a costa oeste dos EUA, da fronteira do México até o Canadá.

Azul É A Cor Mais Quente (“La Vie d’Adèle -Chapitres 1 & 2”, em francês)

‘Azul É a Cor Mais Quente’, de Abdellatif Kechiche | 2013: A passagem da adolescência para o dia a dia adulto é um momento difícil de viver e ainda mais difícil de explicar. Por isso, são poucos os filmes que realmente se arriscam em traçar este caminho. Protagonizado por Léa Seydoux e Adèle Exarchopoulos, o longa retrata assuntos como a sexualidade entre duas mulheres e a luta contra o preconceito da sociedade

‘Tudo Sobre Minha Mãe’, de Pedro Almodóvar | 1999: Com direção de Almodóvar, o filme lida com temas complexos como AIDS, transativismo, identidade sexual, religião, existencialismo e fé, enquanto conta a jornada de Manuela (Cecilia Roth), que após a morte acidental do filho retorna a Barcelona para contar a tragédia ao pai do menino. Em seu caminho, ela encontra sentido para sua solidão por meio de uma série de mulheres com quem vai conviver.

Terra Fria (“North Country”, em inglês)

‘Terra Fria’, de Niki Caro | 2005: Após um casamento fracassado, Josey Aimes (Charlize Theron), mãe solteira e com dois filhos para sustentar, é contratada pelas minas de ferro de Minnesota, que sustentam a cidade há gerações. Ela está preparada para o trabalho duro e, às vezes, perigoso, mas o que não esperava era sofrer com o assédio dos seus colegas de trabalho. O filme se baseia no caso real de Eveleth Mines, que moveu o primeiro processo bem-sucedido de assédio sexual julgado nos Estados Unidos.

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Direitos Sexuais e Reprodutivos das Mulheres são tema de roda conversa este sábado

Vem bater um papo com a gente este sábado (23) na roda de conversa Essas Mulheres e seus Direitos Sexuais e Reprodutivos. A atividade começa às 16h na Casa de Cultura Mario Quintana e é aberto à participação de todas e todos.

Ação do Ponto de Cultura Feminista: corpo, arte e expressão, convênio entre o Coletivo Feminino Plural e o Governo do Estado RS e o Ministério da Cultura através da Lei Cultura viva.  O encontro integra a Oficina de Artes do Corpo: intervenção e performance, ministrada pelas artistas Andressa Cantergiani e Carolina Pommer.
André Musskopf – Doutor em Teologia pela Escola Superior de Teologia – EST
Íris Monteiro –  Socióloga e ativista
Liza Cenci – Formada em Direito, mulher com deficiência e Integrante do grupo Inclusivass de Mulheres com e sem deficiência
Luisa Stern – Advogada e Assessora Jurídica da ONG Igualdade RS – Associação de Travestis e Transexuais do Rio Grande do Sul
Monique Prada – Prostituta e ativista
Mediação – Renata Jardim – advogada e coordenadora do Centro de Referência para Mulheres Patrícia Esber
ERRATA: Mediação será realizada pela advogada Renata Jardim

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Roda de Conversa marca abertura de inscrições para Oficina de Grafite

Na terça-feira (8 de setembro) aconteceu a 2ª Roda de Conversa sobre Feminismos e Relações de Gênero promovida pelo Ponto de Cultura Feminista: corpo, arte e expressão na Restinga. Desta vez, o encontro ocorreu na Associação Chácara do Banco, nossa parceira de todas as horas e integrante do comitê-gestor local, e marcou, ainda, a abertura de inscrições para as Oficinas de Grafite, com a grafiteira Gabee Mérrqs, da Frente Nacional de Mulheres do Hip Hop Sul (FNMHHSul).

A roda de conversa contou com a presença da Antropóloga Leina Peres, do Coletivo Feminino Plural, da MC Flor do Guetto, representante da Frente Nacional de Mulheres no Hip-Hop e da Grafiteira Gabee Mérrqs, de Santa Maria. A roda de conversa busca formar meninas e mulheres nos feminismos e criar um espaço de liberdade para a discussão de temas levados pelas integrantes do comitê-gestor do Ponto de Cultura Feminista, mas também sugeridos pelas participantes.

As ações do projeto (oficinas, saraus, apresentações e ações de ativismo) são focadas em interpelar as desigualdades produzidas historicamente e mantidas pelos padrões culturais. O público alvo são todas as meninas e mulheres que tenham interesse em fruir, promover e viver a arte e seus corpos para além das convenções e imposições que a cultura machista reverbera cotidianamente.

Oficinas de Grafite

As oficinas ocorrem nos dias 27 de setembro,  3 e 4 de outubro e 11 de outubro, das 10h às 17h, na sede da Associação Chácara do Banco (Travessa F. nº 20), na Restinga.

Quem quiser mais informações sobre os encontros pode mandar email para pontodeculturafeminista@gmail.com ou comunicapontodecultura@gmail.com.

Roda de conversa e oficina de grafite começam hoje

Malu Viana, Gabee Mérrqs e Luisa Gabriela já estão prontas para a 2ª Roda de Conversa sobre Feminismos e Relações de Gênero que rola hoje na Restinga e lança as Oficinas de Grafite na comunidade. O encontro acontece na sede da Associação Chácara do Banco (Travessa F, n.º 20 Associação Chácara do Banco), das 14h às 17h.

Se liga, mulherada. É só chegar!

Malu Viana, Gabee Mérrqs, Luisa Gabriela 2Malu Viana, Gabee Mérrqs, Luisa Gabriela

Restinga sedia a II Roda de Conversa sobre Feminismos e Relações de Gênero

11218455_426924627505359_918764659499655766_nO Ponto de Cultura Feminista: corpo, arte e expressão realiza mais uma série de ações na Restinga, na próxima terça-feira (8 de setembro de 2015), das 14h30min às 17h30min, acontece a II Roda de Conversa sobre Feminismos e Relações de Gênero. Neste mesmo dia serão realizadas inscrições para oficina de grafite, destinada apenas para meninas, com a Grafiteira Gabee Mérqs, de Santa Maria. As oficinas terão início no dia 14 de setembro de 2015 e acontecem às segundas e terças, na sede
da Associação Chácara do Banco, na Restinga.

A associação, localizada na Travessa F. nº 20, Restinga, integra o Comitê Gestor Local do projeto e será palco de encontro entre mulheres artistas/ativistas e jovens moradoras da comunidade.

A roda de conversa contará com a presença da Antropóloga Leina Peres, do Coletivo Feminino Plural, da MC Flor do Guetto, representante da Frente Nacional de Mulheres no Hip-Hop e da Grafiteira Gabee Mérqs, de Santa Maria. Com o objetivo de fortalecer as mulheres para sua autonomia e exercício dos direitos humanos e cidadania as ações do projeto focam na transversalização de gênero e raça e direitos humanos, abordando o corpo das mulheres como um espaço revestido de sem tidos historicamente construídos.

Oficina de Break para meninas deu início as ações de Hip-Hop feminino, em parceria com a Frente Nacional de Mulheres no Hip-Hop, ministradas pela Bgirl Ceia Santos. Entre os meses de junho e julho de 2015, mais de 20 meninas participaram dos encontros na Escola Alberto Pasqualini. No mês de setembro iniciam as oficinas de Grafite e em outubro serão realizadas a oficina de MC e uma intervenção na Esplanada da Restinga, atividades que encerram as ações de Hip-Hop, nesta primeira etapa.

O projeto, coordenado pelo Coletivo Feminino Plural é um convênio realizado entre o Governo do Estado do Rio Grande do Sul, através da Secretaria de Cultura do Estado, e o Ministério da Cultura Federal através da Lei Cultura Viva. Contemplado no Edital 11/2012 da “Rede RS de Pontos de Cultura”, o projeto visa integrar inúmeras agentes sociais com forte presença cultural e inseridas em diversificadas áreas de atuação para a promoção de ações de formação e difusão da arte e da cultura numa perspectiva feminista.

Atividades gratuitas

Sobre o Ponto de Cultura

O Ponto de Cultura Feminista: corpo, arte e expressão é um projeto coordenado pela ONG Coletivo Feminino Plural em parceria com outras entidades e produtoras culturais. Integra a Rede Nacional dos Pontos de Cultura e surge através do desejo de acionar o corpo, em especial o corpo das mulheres, como território de múltiplas possibilidades de expressão. Os direitos sexuais e reprodutivos são trazidos para a cena como vetores para questionar a secular tentativa de destituição da autonomia das mulheres de explorar o corpo na perspectiva de sua autodeterminação como sujeito.

Serão provocadas ações (através de oficinas, saraus, apresentações e ativismo) que interpelem as desigualdades produzidas historicamente e mantidas pelos padrões culturais. O público alvo são mulheres que tenham interesse em fruir, promover e viver a arte e seus corpos para além das convenções e imposições que a cultura machista reverbera cotidianamente.

O projeto originou-se do convênio entre o Governo do Estado do Rio Grande do Sul, através da Secretaria de Cultura do Estado, e o Ministério da Cultura, com a Lei Cultura Viva, contemplado no Edital 11/2012 da “Rede RS de Pontos de Cultura”. O Coletivo Feminino Plural, a Frente Nacional de Mulheres no Hip Hop, a ONG Cirandar, a Associação Cultural Beneficente Ilê Mulher, a Rede Feminista de Saúde Direitos Sexuais e Direitos Reprodutivos, as atrizes/performers Andressa Cantergiani e Carolina Pommer, a diretora de cinema Mirela Kruel e o Grupo Inclusivass de mulheres com deficiência integram o Comitê Gestor do Projeto, que tem como linhas fundamentais a transversalização de gênero, raça e direitos humanos.

Orientado pela ideia de descentralização, o Ponto de Cultura Feminista: corpo, arte e expressão percorrerá lugares por onde as suas integrantes atuam e se articulam em parcerias, fomentando as expressões locais e compartilhando saberes, tendo como foco as meninas que moram no Bairro Restinga. Transformar o mundo transformando a si mesmas é um dos fundamentos do feminismo e guiará essa trajetória.

A sede do Coletivo Feminino Plural, na Rua Andrade Neves, em Porto Alegre, tem sido utilizada como ponto de encontros do Ponto de Cultura Feminista. No entanto, um Comitê Gestor local, no Bairro Restinga, prevê a ampliação das parcerias e a escolha dos locais e espaços de referência do projeto

Porto Alegre recebe Conferência Livre sobre Prostituição e Cidadania

Esta quinta-feira (27 de agosto), o NEP – Núcleo de Estudos da Prostituição, em parceria com o Coletivo Feminino Plural, Fórum de ONGs AIDS e COMDIM, irá realizar uma Conferência Livre sobre Prostituição e Cidadania, a partir das 14h, na sede da entidade (Rua dos Andradas, 1560, 6º andar, sala 14).

Nessa conferência livre, serão discutidos e construídos mecanismos para a garantia dos direitos e da segurança das mulheres que atuam na prostituição e será debatido o apoio ao projeto de lei Gabriela Leite formulado pelo Deputado Jean Willys que visa regulamentar a prostituição. Dessa forma, o movimento de prostitutas NEP de Porto ALegre visa contribuir para a redução da discriminação na prostituição. A Conferência Nacional de Políticas para as Mulheres é um importante momento para garantir e avançar na garantia dos direitos das mulheres que trabalham na prostituição.

Mais direitos, participação, segurança e poder para as mulheres é a palavra de ordem. Todas as mulheres que atuam na prostituição e ativistas de direitos das mulheres estão convidadas. É só chegar e somar!

Conferência-Livre

Saiba mais sobre o Nep:

O NEP, é uma organização da sociedade civil, sem fins lucrativos, que atua desde 1989 junto às mulheres profissionais do sexo na cidade de Porto Alegre e no Rio Grande do Sul. A instituição surgiu com a perspectiva de articular e organizar as prostitutas em busca da cidadania que passa necessariamente pela luta contra a discriminação e de garantia de direitos.

Na origem da organização está a luta contra a violência sofrida nas ruas pelas forças da segurança pública, como também a necessidade de organizar o movimento para o enfrentamento da epidemia da AIDS que faz parte do cotidiano de toda a população. Foi buscando parcerias junto aos Conselhos Estaduais e Municipais dos direitos da mulher, Comissão e Conselho de Direitos Humanos e outros que o NEP iniciou sua trajetória, orientando as profissionais do sexo a não se calar quando seus direitos eram violados, e assim, colocar em prática a Declaração Universal dos Direitos Humanos. Entre as parcerias que apoiam o NEP com projetos destacam-se as Secretarias de Saúde do Estado e do Município, Fórum de DST/Aids, etc.

Atualmente, mais de 3.000 prostitutas estão cadastradas na organização, em média 300 mulheres procuram o NEP mensalmente, participam de reuniões, de projetos estratégicos, de atividades em campo nos locais de prostituição, retiram preservativos, procuram encaminhamentos a saúde, e outros; destas 10 mulheres atuam diariamente na sede da instituição, realizando atividades diversas para o fortalecimento do movimento em nível, local, regional e nacional.

Desde a fundação o NEP é membro da Rede Brasileira de Prostitutas que envolve em média 35 movimentos de prostitutas de todo o Brasil para as quais o maior objetivo é a luta pela regulamentação da prostituição por meio do projeto de Lei Gabriela Leite elaborado pelo Deputado Federal Jean Willys (PL 42111/2012), em tramitação na Câmara de Deputados Federal.

Entre as conquistas, destaca-se a redução da violência pela brigada militar nas ruas e como política pública a inclusão da atividade na CBO (Classificação Brasileira de Ocupação) do Ministério do Trabalho. Por meio desta é possível contribuir com a Previdência Social como profissional do sexo garantindo seguro social a saúde e aposentadoria como qualquer cidadã trabalhadora.

Mesmo com todas as conquistas, ainda hoje as prostitutas, assim como todas as mulheres, sofrem violência de todas as formas. Nos últimos anos tem ocorrido muitos casos de estupros, assaltos, roubos em locais fechados de prostituição em prédios e condomínios no centro de Porto Alegre. A cada dia o NEP recebe novas denúncias das prostitutas que atuam em salas de programa. Em geral, os criminosos entram e saem dos prédios como clientes e ficam impunes, cometendo essas mesmas violências em outros locais.

Ato marca a abertura da Conferência Municipal de Políticas para as Mulheres da Capital

Um ato marcou a abertura da Conferência Municipal de Políticas para as Mulheres de Porto Alegre. A manifestação fez alusão ao femicídio que ocorreu em São Leopoldo no começo desse mês. Durante o ato, as participantes fizeram um manifesto à favor da vida, usando o caso recente como símbolo da violência enfrentada pelas meninas e mulheres.

Na foto, Luisa Gabriela com as mãos atadas em alusão à jovem que teve as mãos cortadas pelo companheiro
Na foto, Luisa Gabriela com as mãos atadas em alusão à jovem que teve as mãos cortadas pelo companheiro

“‘A violência contra a mulher é considerada comum e a gente não pode permitir isso’, afirmou Luisa Gabriela, uma das organizadoras do ato e representante do coletivo Ponto de Cultura Feminista. Enquanto um grupo de mulheres exibia as mãos enfaixadas, outras levantavam cartazes defendendo mais políticas públicas para o segmento e também o retorno da Secretaria Estadual de Políticas para Mulheres (SPM) extinta pelo governo José Ivo Sartori (PMDB).”

Mais informações na matéria do portal Sul 21.

Parceria: Isabel Waquil quer compartilhar suas descobertas sobre a mulher nas artes plásticas com a gente

DSCN2064A jornalista Isabel Waquil é uma exploradora do universo de artistas visuais mulheres e sua participação no campo da arte contemporânea através do relato de suas experiências e percepções. O resultado dessa ação é o livro A Palavra Está com Elas – diálogos sobre a inserção da mulher nas artes visuais, contemplado pelo Prêmio Funarte Mulheres nas Artes Visuais.

Interessada em descobrir a importância da criação de redes entre as artistas e de espaço dedicados à arte feita por mulheres, Isabel viajou aos Estados Unidos para conhecer o trabalho A.I.R., a primeira galeria cooperativa de mulheres artistas do país. Agora, ela está a fim de compartilhar um pouco das suas descobertas com todas aquelas que estão fazendo arte em Porto Alegre e nos procurou para fechar uma parceria. Nós adoramos a ideia e em breve a Isabel promoverá uma roda de conversa sobre tudo isso e mais um pouco. Fica de olho!

Isabel chegou ao Ponto de Cultura Feminista: corpo, arte e expressão através da artista plástica Andressa Cantergiani, membra do comitê-gestor do ponto. Elas trabalham juntas na Galeria Península. 

Roda de Conversa marca encerramento da oficina de Break

11731821_409911632539992_7727894395291436141_oHoje à tarde as mais novas B-Girls da Restinga irão participar de uma Roda de Conversa sobre feminismos, corpo, arte e expressão no encerramento da oficina de Break realizada na Escola Alberto Pasqualini.

A atividade é voltada às meninas e mulheres em geral (inclusive as que não se inscreveram na oficina) e ocorre na Escola Municipal Alberto Pasqualini (Tenente Arizoly Fagundes, 250), a partir das 16h.

A roda de conversa marca o encerramento do primeiro de quatro módulos de oficinas ligadas ao Hip-Hop. A oficina de B-Girls foi ministrada pela Bgirlceia Santos, integrante da Frente Nacional de Mulheres no Hip-Hop, uma das nossas grandes parceiras no ponto e moradora da comunidade. O grupo de Break é fruto, também, da parceria com a Escola Alberto Pasqualini e o comitê-gestor local na Resinga.

Esta é uma das muitas ações do Ponto de Cultura Feminista: corpo, arte e expressão na Restinga. Você fica por dentro de todas que ainda estão por vir aqui.

Serviço:
O quê? Roda de conversa sobre feminismos, corpo, arte e expressão na Restinga
Onde? Escola Municipal Alberto Pasqualini (Tenente Arizoly Fagundes, 250)
Quando? 16 de julho de 2015, às 16h
Chega mais!